Parada Temporal – RETROSPECTIVA 2025
“Because I
knew you, I have been changed for good”
Em 2025,
retornamos a lugares encantadores como o Maravilhoso Mundo de Oz, com “Wicked: Parte II”, e a Ilha de Berk,
com “Como Treinar o Seu Dragão”, que
é possivelmente o melhor live-action
já feito de uma animação muito amada, e também ganhamos sequências quase
inesperadas e que nos surpreenderam positivamente, como “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda!”, “Premonição 6: Laços de Sangue” e “O Telefone Preto 2”, além de presentes do cinema nacional, como “O Agente Secreto” e “Vitória”, e produções LGBTQIA+
incríveis, como “Plainclothes”, “Twinless: Um Gêmeo a Menos” e “Homem com H”. E isso falando apenas do
cinema… temos muito a comentar e a relembrar e, por isso, te dou as boas-vindas
à RETROSPECTIVA 2025 do PARADA TEMPORAL.
Talvez seja
o seu primeiro ano por aqui e, se esse for o caso, talvez você goste de saber
como essa Retrospectiva está organizada… na sua primeira parte, falamos sobre
FILMES – aqueles aguardados há muito tempo, algumas deliciosas surpresas e, é
claro, eventuais decepções; depois, falamos sobre SÉRIES – o destaque é dado
àquelas séries que estrearam ou que chegaram ao fim de suas exibições nesse
ano, mas pode acontecer de eu querer mencionar alguma série que não se encaixa
nessas características pré-definidas, como será o caso de “Doctor Who”, que teve um ano… difícil?; então, parto para os BLs –
também são séries, mas eles vêm separados para que eu possa me dedicar com
atenção a um gênero do qual gosto tanto; por fim, temos LEITURA e o próprio
PARADA TEMPORAL.
Afinal de contas, gosto de registrar as
memórias que o Parada Temporal me permitiu.
Antes de
iniciarmos nossa viagem pelo ano de 2025, no entanto, gostaria de mencionar a
página de RETROSPECTIVAS,
que é um verdadeiro túnel do tempo sempre em construção, da criação do blog em
2010 até agora… e faço um convite especial para duas postagens nesse momento:
primeiro, para a Retrospectiva
2024, que foi a última retrospectiva postada aqui no Parada Temporal;
depois, para a Expectativa
2025, que foi o texto publicado lá no dia 01 de janeiro de 2025 sobre
esse ano que estava começando: é sempre curioso olhar para ela em paralelo à
retrospectiva que iniciamos agora. Além disso, também lembro que tudo o que foi
comentado no Parada Temporal conta com um link
para a(s) postagem(ns), basta clicar no título da produção que te interessar
ler sobre!
Não se
esqueça de deixar seus comentários!
E, sem mais
delongas, vamos lá!
FILMES
DESVIO RÁPIDO
Comento
brevemente filmes que são ainda de 2024, mas que eu assisti e/ou comentei no
Parada Temporal apenas durante o ano de 2025, e não quero deixar que eles
passem em branco, devido à razoável proximidade de seu lançamento: começo
mencionando filmes que marcaram sua presença no Oscar desse ano, como o
excelente “Flow”,
que recebeu o prêmio de Melhor Animação; “Conclave”,
que é possivelmente um dos melhores filmes do ano, com toda uma questão
política por trás da escolha do próximo papa, e foi curioso assisti-lo nesse ano; e, é claro, o maravilhoso “Ainda
Estou Aqui”, orgulho nacional que nos trouxe a estatueta de Melhor
Filme Internacional, além de um Globo de Ouro para a Fernanda Torres, em um dos
momentos mais emocionantes do ano!
Menciono,
ainda, “O
Auto da Compadecida 2”, que não tem nem de longe o encanto do filme
original, infelizmente; “A Herança”,
que é um filme de terror, brasileiro e queer,
que eu estava ansiosíssimo para assistir, protagonizado pelo lindo do Di
Montez; e, falando sobre lindos atores
brasileiros, tivemos “Maré
Alta”, que não é um filme nacional, embora tenha sido protagonizado por
Marco Pigossi… uma obra emotiva sobre retornar
para casa, literal e metaforicamente. E o primeiro filme que eu assisti
durante o ano de 2025, que foi “Nosferatu”,
um clássico do terror que ganha uma nova versão e da qual, particularmente, eu
gostei bastante. Acho que capta bem o horror que vai além do óbvio, a
melancolia estranha e tem uma direção e paleta de cores excepcionais.
A Disney nos
trouxe “Moana 2”,
que nem foi pensado originalmente como um filme, mas como uma série, e que não
faz barulho como o primeiro filme da personagem… é ruim? Nem de longe. É
imperdível? Também não. E, infelizmente, não temos nenhuma música que seja de
fato tão marcante quanto “How Far I’ll
Go”, o que talvez seja o problema de sequências de animações com músicas
muito icônicas. Também tivemos “Mufasa:
O Rei Leão”, que eu gostei bastante, talvez porque estivesse com as
minhas expectativas no lugar correto. Por fim, menciono o divertido e
interessante “Como
Vender a Lua”, com Scarlett Johansson e Channing Tatum, e “Pássaro
Branco: Uma História de Extraordinário”, filme lindíssimo durante a
Segunda Guerra Mundial, adaptada da HQ de R.J. Palacio.
O ANO DE 2025
Agora sim…
vamos aos lançamentos de 2025! E quero começar falando sobre o universo das
animações e os live-actions que
vieram deles. A Pixar nos entregou “Elio”, e
embora seja um filme que não tenha tido uma divulgação tão fervorosa e tampouco
tenha feito aquele sucesso estrondoso, eu acho uma delícia, até porque é muito
raro a Pixar errar! Suas histórias sempre têm muita alma, além de serem
animações visualmente lindíssimas… e eu adoro toda essa coisa de “espaço” e
tudo o mais, então… mas o título de “animação do ano” provavelmente fica para “Guerreiras
do K-Pop”, lançada pela Netflix e que EXPLODIU de fato, com uma
história original, animação linda e músicas que caíram no gosto do público,
como “Golden”, “Soda Pop” e a minha favorita, “What
It Sounds Like”.
Honmoon
protegido com sucesso!
Nas versões live-action, começamos o ano com “Branca
de Neve”, um filme que sofreu bastante
com as críticas e que, se eu vou ser sincero, é bem mais legal do que as
críticas sugerem! Alguns personagens têm mais corpo, com adaptações que
enriquecem a história… vou dizer com todas as letras: eu gostei! Depois,
tivemos “Lilo &
Stitch”, que tinha a missão de adaptar um dos filmes mais amados da
Disney, com um dos personagens mais
comerciais deles, e eles fizeram um trabalho lindo, com um filme
emocionante e encantador, como deveria ser. Mas o título de “melhor live-action de uma animação do ano”
fica para “Como
Treinar o Seu Dragão” que, em poucas palavras, é PERFEITO: visualmente
impecável, atuações excelentes, o espírito da animação transposto lindamente.
É um dos
melhores filmes do ano!
Aproveito
para falar, também, sobre o universo de Mauricio de Sousa que, nesse ano,
ganhou o primeiro filme em live-action
de um dos personagens mais queridos da MSP: O CHICO BENTO. “Chico
Bento e a Goiabeira Maraviosa” não segue a ideia de “Laços” e “Lições” de adaptar histórias do Graphic MSP (infelizmente, porque
eu adoro o selo e as histórias contadas lá!), e é uma história simples com um
coração IMENSO que nos faz sorrir do início ao fim… Isaac Amendoim é o Chico
Bento perfeito e é uma delícia assisti-lo! E tivemos, ainda, “Mauricio
de Sousa: O Filme”, que é um filme muito
mais simples do que eu imaginava e/ou esperava, mas que funciona como bela
homenagem a esse grande cartunista, e é emocionante ver o Mauro interpretar o
pai no cinema!
Tivemos
novamente um grande ano para o cinema de super-heróis, e acho que tivemos bons
filmes sendo lançados. Depois de “Capitão
América: Admirável Mundo Novo”, que não teve a melhor recepção do mundo
(mas não é um filme ruim!), a Marvel emplacou dois grandes sucessos: “Thunderbolts*”,que
vem com esse “*” no título para “esconder” o “verdadeiro” título, que é “*The New
Avengers”, o nome sob o qual a equipe deve atuar no futuro do MCU, e “Quarteto
Fantástico: Primeiros Passos”, que foi uma ótima estreia dos
personagens nesse universo, com um estilo retrofuturista deliciosa! Por fim,
agora na DC, tivemos a estreia do novo “Superman”,
protagonizado por David Corenswet, e fazia muito tempo que não víamos um filme tão bom com o personagem.
Excelente
Superman. Excelente Clark Kent. Excelente filme!
Infelizmente,
não vi todos os filmes nacionais que eu queria ter visto esse ano – está
pendente “Vitória”, “Um Lobo Entre os Cisnes”, “O Último Azul” e “O Filho de Mil Homens” –, mas trago alguns títulos: “O
Melhor Amigo”, um musical leve e delicioso que se passa em Canoa
Quebrada e é embalado por hits dos
anos 1980; “Caramelo”,
filme fofo e emocionante da Netflix que parece ter feito sucesso em muitos
lugares do mundo; o excelente e maravilhoso “Homem
com H”, com a história de Ney Matogrosso e a atuação fantástica de
Jesuíta Barbosa; e, é claro, “O
Agente Secreto”, filme comentadíssimo de nosso cinema que está
recebendo prêmios em festivais pelo mundo e que pode trazer a Wagner Moura uma
estatueta de Melhor Ator no próximo Oscar.
Estou
torcendo por isso!
Como
atualmente uma parte significativa dos lançamentos no cinema são de sequências, vamos falar sobre elas… três
ótimas franquias retornam ao cinema: tivemos “Jurassic
World: Recomeço”, que dá início a uma nova era da franquia “Jurassic Park/World”, e embora não seja
o melhor filme do ano nem nada, eu quero muito ver o Jonathan Bailey brilhar no cinema; “Premonição
6: Laços de Sangue”, que é um bom retorno à franquia com um quê de
novidade que é bem utilizada pelo roteiro; e “Truque
de Mestre: O 3º Ato”, que eu sou suspeito para falar, porque eu amo
esses filmes! Pode até ser que nenhuma sequência chegue à magnitude do primeiro
“Truque de Mestre” e é claro que a
história lá foi fechadinha para não
precisar de sequências, mas não adianta… eu gosto do estilo, dos personagens, do universo…
Cito, agora,
três filmes que eu AMEI e que estão entre meus favoritos do ano: “Vivo
ou Morto: Um Mistério Knives Out”, que é a terceira história de
investigação de Benoit Blanc e se sai melhor do que seu antecessor, com a
história de um assassinato em uma igreja pequena de um padre conservador e,
aqui, Daniel Craig divide o protagonismo com Josh O’Connor, que está excelente
como o Reverendo Jud. “O
Telefone Preto 2”, que é surpreendentemente tão bom quanto o primeiro
especialmente por ser uma sequência com gosto de original, sem ser uma mera repetição da fórmula que dera certo no
primeiro filme… de fato acrescenta! E, é claro, “Uma
Sexta-Feira Mais Louca Ainda!”, que eu fico felicíssimo em poder dizer
que é tão bom quanto o primeiro filme!
É divertido,
é emocionante, é nostálgico, é gostoso de ver… SENSACIONAL!
E Manny
Jacinto está lindíssimo, minha nossa!
Por fim, no
mundo de sequências, eu cito “Wicked:
Parte II”, que dividiu muito mais opiniões do que a primeira parte do
filme, em 2024, em parte porque o segundo
ato de “Wicked” sempre foi considerado inferior ao primeiro pelos fãs mesmo.
Ainda que eu tenha críticas (e as tenho) e ache que ele fique aquém da Parte I
de fato, é um filme bom, e Cynthia Erico, Ariana Grande e Jonathan Bailey estão
incríveis em seus papeis, com direito a músicas ótimas como “As Long As You’re Mine”, “No Good Deed” e, é claro, “For Good”. Por fim, menciono ainda “Avatar: Fogo e Cinzas”, o
terceiro filme de James Cameron no universo de Pandora, que eu ainda não
assisti porque estou esperando a oportunidade de ver em um cinema IMAX… “Avatar” sempre foi sobre a experiência
VISUAL.
Outros
filmes que foram muito comentados durante o ano foram “Amores
Materialistas”, protagonizado por Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro
Pascal – até porque esse foi mais um ano
de Pedro Pascal, e eu não tenho nenhuma reclamação em relação a isso –, e “Frankenstein”,
que é incrível. Não chega a ser uma surpresa que Guillermo del Toro faça uma
adaptação excelente de uma obra como “Frankenstein”,
mas é um filme praticamente impecável em todos os sentidos. O visual é incrível
durante todo o filme, o cuidado com os detalhes evidencia a direção cuidadosa
de Del Toro, as atuações de Oscar Isaac, Jacob Elordi e Mia Goth garantem a
profundidade de um roteiro que é brilhantemente adaptado para o cinema, nos
fazendo questionar onde está, de fato, a
“monstruosidade”.
Grande
filme!
Por fim,
trago alguns filmes com protagonismo gay
que foram lançados e assisti nesse ano e começo com “Um
Terror de Parentes”, que é uma comédia com pitadas de terror e não
necessariamente uma recomendação, porque é o mais fraco dentre esses que
citarei: todos os demais são RECOMENDAÇÕES FORTÍSSIMAS. Tivemos “Plainclothes”,
protagonizado por Tom Blyth e Russell Tovey, sobre um policial gay que trabalha
à paisana atraindo outros homens gays para armadilhas em uma época na qual a
homossexualidade era criminalizada e que, eventualmente, se apaixona por um de
seus alvos. “A
História do Som”, protagonizado por Paul Mescal e Josh O’Connor, filme
lindíssimo sobre as histórias contidas em músicas folk recolhidas durante o período de guerra por dois pesquisadores.
Parto,
então, para “Twinless: Um
Gêmeo a Menos”, protagonizado por James Sweeney e Dylan O’Brien, um
filme lindíssimo sobre perda, luto e obsessão, que é muito mais profundo do que
eu jamais imaginei antes de sentar para vê-lo, e que se sai muito bem em todo
momento, mas já deixo avisado que o romance não
é o fio condutor do filme. Por fim, um filme BL que chamou a atenção desde
o seu lançamento recente na Netflix, que é “10DANCE”,
protagonizado por Keita Machida e Ryoma Takeuchi, sobre dois bailarinos, um
especializado em ritmos clássicos e outro em ritmos latinos, que se “detestam”,
mas se unem para ensaiar para uma competição grande na qual precisarão dominar os dez ritmos… é um filme sobre dança,
sobre suor, sobre medos, sobre paixão…
Acredito que
tivemos filmes muito bons nesse ano!
SÉRIES
Séries que foram encerradas em 2025
Tivemos
grandes séries sendo encerradas no ano de 2025, e eu começo minha lista por “Stranger
Things”, muito embora ainda não tenhamos assistido ao último episódio
que será liberado na Netflix às 22h desse dia 31 de dezembro de 2025 – ainda
assim, a série contará como concluída nesse ano e preciso registrá-la, porque é
uma série que nos acompanhou durante (muitos) anos e da qual eu sentirei muita
saudade… está uma delícia assistir à quinta temporada! Também tivemos a
conclusão de outro grande título da Netflix, que é “Round
6”, e embora eu continue achando, até hoje, que a primeira temporada
era suficiente por si só e não precisava de uma sequência, eu gostei das duas
temporadas seguintes e acho que ela encerrou bem em seu terceiro ano.
Em uma
pegada parecida de “não era necessária uma terceira temporada”, tivemos “Alice
in Borderland”, que teve uma conclusão magnífica na segunda temporada e
nos surpreendeu com o anúncio de mais uma, e embora não necessariamente
acrescente em muito, sinto que a temporada final não compromete a conclusão que tivemos antes, então isso é bom – e eu
gosto dos episódios e dos jogos dessa última temporada! A quarta temporada de “Upload”, da
Prime Video, também encerra a história de Nathan Brown, e o faz com
competência. Por fim, tivemos a segunda e última temporada de “The Sandman”,
talvez com um final precoce devido às notícias recentes do autor da HQ, mas a
série conclui bem a história e adapta todos os arcos restantes e a HQ especial
da Morte.
Também
tivemos a segunda e última temporada de “English
Teacher”.
Séries de 2025 com uma temporada só
Aqui,
mencionamos tanto as séries que foram originalmente pensadas como uma
minissérie com a história fechada quanto aquelas que poderiam ter uma segunda
temporada, mas que foram canceladas por um motivo ou outro… como série pensada
para uma única temporada, tivemos a excelente “Máscaras
de Oxigênio Não Cairão Automaticamente”, com o Johnny Massaro e o Ícaro
Silva, sobre a entrada de AZT ilegalmente no Brasil para o tratamento de
pacientes com AIDS em uma época na qual o governo do país se recusava a fazer
algo a respeito, e essa é uma temática que me faz pensar em uma série do ano
passado que eu também assisti e comentei em 2024, a mexicana “Tengo
Que Morir Todas las Noches”, que também é muito boa!
Também
tivemos “Chespirito:
Sem Querer Querendo”, uma história sobre a vida e obra do criador de
seriados como o “Chaves” e “Chapolin Colorado”, uma série que
dividiu opiniões e que pode ou não ter compromisso com a realidade. E partimos,
então, para séries que foram infelizmente canceladas
antes da hora. Tivemos a primeira e única temporada de “Mid-Century
Modern”, uma sitcom deliciosa sobre três homens gays de “meia-idade”
que moram juntos… era um humor delicioso, conversava com um público gay menos
jovem e eu amava! E a Netflix apostou fichas em “Olympo”,
uma série com uma pegada que lembra “Elite”,
mas que talvez seja levemente mais complexa, e que mesmo não sendo a melhor estreia do ano nem nada, era
legal e eu queria ver mais!
E, agora,
preciso tirar um parágrafo todo para falar sobre “Boots”,
que é UMA DAS MINHAS SÉRIES FAVORITAS NO ANO. A série sobre um jovem gay que se
une aos fuzileiros navais nos anos 1990, quando era “proibido ser gay no
exército” (oficialmente) e cujo trailer sugeria uma comédia é muito mais complexa, realista e sentimental do que eu
esperava, e traz uma abordagem muito sincera sobre vivências gays que vão muito
além das relações românticas: é profundamente íntimo e mexe conosco de
diferentes maneiras. Sinceramente, eu não acho que a série precisasse de uma segunda temporada e acredito que funciona bem
como uma minissérie… no entanto,
lamento que ela tenha sido cancelada depois de fazer muito sucesso,
aparentemente por pressão do governo americano, que a repudiou.
Portanto: assistam.
Séries iniciadas em 2025
Dentre as
séries iniciadas em 2025 e das quais ainda devemos receber novas temporadas nos
anos seguintes, quero mencionar “Overcompensating”,
uma série simples e divertida sobre um jovem na faculdade em processo de
“deixar de bancar o hétero” e ser quem realmente é, que me divertiu bastante
nesse ano! E “Heated
Rivalry”, uma das séries de maior sucesso nesse ano e que está
estourando a bolha dos fãs do gênero BL… é uma série quente sobre dois jogadores de hockey supostamente rivais cujo
desejo mútuo faz com que eles iniciem uma relação baseada em sexo casual toda
vez que eles têm a chance de “jogar na mesma cidade”, até que essa relação se
torne algo mais, algo que eles julgavam impossível
até perceberem que não é: o que sentem é
real.
Também
tivemos a maravilhosa “Murderbot”
ou, em português, “Diários de um
Robô-Assassino”, uma série de comédia e ficção científica lançada pela
Apple TV+, baseada no primeiro livro de uma série de Martha Wells e
protagonizada por Alexander Skarsgård, que está simplesmente divino no papel de
uma Unidade de Segurança rebelde que só quer gastar seu tempo assistindo série,
mas precisa trabalhar para humanos e acaba se
importando com eles mais do que gostaria de admitir. E, é claro, talvez a maior série do ano: “It:
Bem-Vindos a Derry”, cuja primeira temporada ambientada em 1962, um
ciclo antes do que vimos no primeiro filme, entrega arte e mais arte. O roteiro
é bom, os personagens são carismáticos, Bill Skarsgård está ótimo, o tom certo,
as surpresas bem-vindas…
Grande
série!
Menciono,
ainda, os tokusatsus desse ano, que
entram nessa parte da Retrospectiva por ainda não terem sido de fato
finalizados. Menciono “Kamen
Rider Zeztz”, o “Kamen Rider”
atual com um pouquinho de James Bond e um pouquinho de Freddy Krueger, do qual
eu estou gostando bastante. E “No.1
Sentai Gozyuger”, o “Super
Sentai” que veio para celebrar os 50 anos de franquia, mas que tem seus
problemas, o mais recente sendo a troca da atriz que fazia a Sumino por causa
de uma série de problemas nos bastidores, e que vai acabar sendo, também, o
último “Super Sentai” pelo menos por
enquanto, já que a série vai entrar em um hiatus
inédito a partir de 2026, cedendo espaço para uma nova franquia de tokusatsu que vai ocupar o seu lugar na
programação.
Menções Honrosas
Gostaria,
ainda, de mencionar as novas temporadas de duas séries que eu amo
profundamente: tivemos a terceira temporada de “Star
Trek: Strange New Worlds”, e acho que essa é uma das melhores épocas
para ser fã da franquia, e a segunda temporada de “Severance”,
que é uma das minhas séries favoritas na atualidade. Ainda no universo da
ficção científica, tivemos a terceira temporada de “Foundation”,
que apenas iniciou a luta contra o Mulo e promete um bom e diferente futuro.
Por fim, menciono ainda a terceira temporada de “The
White Lotus”, dessa vez ambientada na Tailândia, e a recente segunda
temporada de “Percy
Jackson e os Olimpianos”, que adapta o segundo livro da série homônima
de Rick Riordan, “O
Mar de Monstros”.
Doctor Who
Infelizmente,
esse não foi o ano de “Doctor Who”.
Ncuti Gatwa se despede precocemente da série sem que ela tenha explorado todo
seu potencial como o excelente 15º
Doctor (ele nem teve a chance de enfrentar um Dalek!) porque alguma coisa deu muito errado nos bastidores…
temos uma “segunda” temporada que não é ruim, mas se perde desastrosamente nos
seus minutos finais, devido à necessidade de uma refilmagem, uma finalização
corrida e não necessariamente condizente com os personagens e uma regeneração
sem verdadeiros planos para o que viria adiante e uma atitude desesperada ao colocar a Billie Piper
aparecendo no lugar de Ncuti Gatwa – como a 16ª Doctor, como Rose Tyler, como a
Bad Wolf… não sei e, cá entre nós, nem eles sabem.
Felizmente,
não é o fim de “Doctor Who”,
que está confirmada para retornar com um Especial de Natal em 2026, não mais
distribuída pela Disney+, porque a tentativa de universalização da série não
saiu como planejado… acredito que encontraremos um caminho, porque a série
sempre encontra, e eu espero que consigam escapar de Billie Piper ser uma nova
encarnação da Doctor – a verdade é que não é confirmado que ela seja e pode
muito bem ser algo relacionado à Bad Wolf –, mas o que lamento de verdade é o
fato de termos perdido Ncuti Gatwa, que era um ótimo Doctor com muito potencial
ainda não explorado… ele nem teve a chance de ir atrás do Rogue, por exemplo, e
isso é algo que eu vou lamentar a minha vida toda! Mas vamos aguardar.
Também
aproveito para mencionar que, durante esse ano de 2025, eu terminei a minha
revisita às histórias do Segundo
Doctor, interpretado por Patrick Troughton de 1966 a 1969 – e, agora,
todos os arcos do Segundo Doctor estão comentadas no Parada Temporal, na página dedicada a Doctor Who. Dentre as histórias do
Segundo Doctor comentadas ao longo do ano, destaco duas da Sexta Temporada: o 45º Arco, “The
Mind Robber”, que é excelente, e o 50º Arco, “The
War Games”, que é o último arco de Patrick Troughton, onde precisamos
nos despedir tanto dele, que é forçado por outros Senhores do Tempo a se
regenerar e é exilado na Terra por suas interferências no tempo, quanto de
Jamie, que é o meu companion favorito
nessas duas primeiras eras.
Revisitas
Gosto de
mencionar na Retrospectiva as revisitas
que estou fazendo a séries que fizeram parte da minha vida e às quais, por um
motivo ou por outro, eu decidi retornar. Comentei uma nova temporada de “Crazy
Ex-Girlfriend” e de “Merlin”,
além de ter seguido com novas postagens semanais tanto de “Glee”
– tivemos o resto da segunda temporada, a terceira comentada na íntegra e o
início da quarta – quanto de “Friends” –
terminamos a terceira e a quarta temporadas e iniciamos a quinta recentemente.
As novidades ficam para a sitcom “Modern
Family”, cuja primeira temporada começa a aparecer por aqui, e “Supernatural”,
que fez parte da minha vida durante 15 anos e eu descobri que estava morrendo de saudades de Sam e Dean
Winchester quando retornei.
BLs
Esse é o
primeiro ano que eu comento BLs aqui no Parada Temporal e quase todos os BLs
que tenho a colocar na Retrospectiva são do ano corrente – o que quer dizer que
eu não me dediquei a retornar a BLs que sempre quis assistir, mas não vi na
época de lançamento, e isso fica para o futuro… por isso, acho que esse é o ano
ideal para fazer o que normalmente eu não faço e citar os meus BLs favoritos do ano. Assim, vou deixar o último parágrafo dessa seção para
listar os meus favoritos, e começo agora trazendo brevemente dois que não são de
2025: primeiro, o curto e intenso “Winter
is not the Death of Summer but the Birth of Spring”, de 2024, e o maravilhoso
“Spare
Me Your Mercy”, que estreou no fim do ano passado e foi finalizado no
início desse ano.
Se a ideia é
encerrar essa parte com os meus favoritos,
vou começar falando sobre aqueles que abandonei – e que não são necessariamente
os piores do ano, porque teve muita
série claramente ruim às quais eu nem cheguei a dar chance… essas são séries
nas quais depositei alguma confiança, mas não consegui seguir em frente: “My Stubborn”,
que tinha hots realmente muito bons,
mas o roteiro deixava muito a desejar; “Interminable”,
que tem dois atores que eu adoro e um visual bonito, mas só isso… a série é
parada em todos os sentidos, anda em círculos, não se justifica; “Goddess
Bless You From Death”, que eu estava quase gostando, mas não o
suficiente para insistir; e “Memoir
of Rati”, que deve ser a melhor dentre essas que abandonei, eu deveria
dar uma nova chance.
Ainda
tivemos “10
Things I Want to Do Before I Turn 40”, do Japão, que é legal, mas aquém
de seu potencial; “When
It Rains, It Pours”, também japonesa e incrivelmente melhor do que a
anterior, sobre dois homens que encontram esperança através de um e-mail
enviado por engano, depois de anos em relacionamentos falidos, em uma história
sentimental, bonita e intensa; a fofa “Love
Begins in the World of If”, com um quê de universo paralelo que está ali para desempenhar o papel de pivô da
mudança de atitude do protagonista sobre a vida e suas relações; “Impression
of Youth”, taiwanesa, com a história de um jovem artista que se
apaixona por um professor substituto; e “A
Perfect Match”, que é sim bem fraquinha, mas os episódios são de 10
minutos e o protagonista é bonito demais
para não valer a pena dedicar esses 10 minutos.
Também
tivemos “The
Next Prince” e eu preciso ser bem sincero ao falar dela: não é nenhuma
maravilha imperdível como o fandom vai jurar que é, mas também não é um horror
a se jogar no lixo como os haters dirão. É bem ok, na verdade. Gostei muito da
versão tailandesa de “Ossan’s
Love”, embora também não seja nada realmente imperdível, mas Earth e
Mix entregaram uma boa série com humor pastelão e você vai se divertir a partir
do momento que aceitar que é uma grande palhaçada. E falando em “palhaçada”,
devo dizer que eu me diverti horrores com “I’m
the Most Beautiful Count”, uma série com viagem no tempo, protagonistas
lindos e um roteiro muito melhor do que eu esperava… foi uma grata surpresa
nesse ano de 2025.
Mas, agora…
Os meus BLs FAVORITOS de 2025
Antes de
mais nada, vou esclarecer que esses BLs não estão listados aqui por ordem de
preferência, porque não consigo dentre esses quatro dizer que esse é melhor do
que aquele, até porque os estilos são
muito distintos, mas uma coisa é certa: gosto mais desses quatro BLs do que
de qualquer outro que eu tenha mencionado até aqui com lançamento em 2025. E eu
começo falando sobre “Chosen Home”,
uma série japonesa disponível na Netflix com o título “Crônicas
de um Lar” e que traz um texto potente e sincero que conversa
diretamente com a comunidade queer e
com suas vivências, experiências e dores. Não é “apenas um BL”… é, também, uma
excelente Série LGBTQIA+ (e não se engane, elas podem parecer a mesma coisa,
mas não são).
Depois,
trago duas series que vieram lá no primeiro semestre: “The
Boy Next World”, a história de um rapaz que chega à vida de outro
dizendo que “é o seu namorado de um universo paralelo”, e nós tentamos entender
se ele está dizendo a verdade ou se inventou isso tudo e, se o fez, quais as
implicações disso. Tem drama, uma pitada gostosa de ficção científica e cenas quentes de tirar o fôlego. A segunda é a
deliciosa “Gelboys”,
que merece o seu lugar de destaque na minha retrospectiva porque ela é
profundamente sincera, com uma apresentação mais realista da adolescência queer tailandesa, com direito a drama de
adolescente, coração partido e muita sensibilidade. Estética lindíssima e o
roteiro bem construído sobre os personagens: quem são e o que sentem.
Por fim,
minha última menção dentre meus favoritos do ano fica para “Mystique
in the Mirror”, série que entrou no meu Top 4 agora no finzinho do ano
e que acabou me pegando de surpresa… a sinopse sobre um homem que é internado
em um hospital psiquiátrico com problemas de memória me interessou desde o
primeiro momento e, depois de assistir aos oito episódios da série, eu tenho o prazer
de dizer que o roteiro foi muito bem trabalhado, com direito a mistério,
suspense e surpresas bem calculadas – se assistimos com atenção, descobrimos
muita coisa antes de ela ser revelada em cena, mas ainda é recompensador
assistir aos momentos de revelação, assim como a série encontra caminhos por
onde nos surpreender com coisas nas quais não tínhamos parado para pensar.
Ótima série,
com um tom de melancolia.
LEITURA
Como eu
tenho feito nos últimos anos, inicio essa parte falando sobre os livros cujas reviews eu publiquei esse ano no Parada
Temporal, independentemente de quando eles foram lidos. Amei “Sem
Fôlego”, de Brian Selznick, e como ele utiliza a ilustração e a alterna
com a escrita de uma maneira diferente
de como o fizera em “A Invenção de Hugo
Cabret”, tornando cada um dos seus livros experiências únicas… muito
sentimental e informativo sempre também. Gostei demais, também, de “Diários
de um Robô-Assassino, Livro Um: Alerta Vermelho”, que foi uma leitura
deliciosa de ficção científica com pitadas de comédia, o primeiro livro da
série de Martha Wells que deu origem a uma série já mencionada anteriormente e
que estreou esse ano: “Murderbot”.
Ainda tive
uma nova revisita a Meg Cabot, com “Desaparecidos,
Livro Três: Esconderijo Perfeito”, que segue as aventuras
(desventuras?) de Jess Mastriani, a garota atingida por um raio que adquiriu a
habilidade de encontrar pessoas
desaparecidas, e à série fantástica de Tony DiTerlizzi e Holly Black, com “As
Crônicas de Spiderwick, Livro 3: O Segredo de Lucinda”. E falando em
revisitas, preciso mencionar dois livros deliciosos da Coleção Vaga-Lume, que
eu adoro, sobre os quais comentei ao longo desse ano: primeiro, “O
Rapto do Garoto de Ouro”, de Marcos Rey, que é um dos meus autores
favoritos da coleção, responsável por livros como “O Mistério do Cinco Estrelas” e “Sozinha no Mundo”; depois, “A
Vida Secreta de Jonas”, de Luiz Galdino.
Por fim,
minha dedicação à literatura LGBTQIA+. Publiquei as reviews de dois livros de um dos meus autores de romance gay
favoritos atualmente, Robbie Couch: “O
Azul Daqui é Mais Azul”, que é divertido, fofo, emotivo e um afago ao
coração; e “Simplesmente
Blaine”, uma comédia vagamente inspirada por “Legalmente Loira” que me divertiu do início ao fim… ambos romances
adolescentes deliciosos, no estilo de “Com
Amor, Simon” e que devem agradar aos amantes do gênero. Também menciono “Enquanto
Eu Não Te Encontro”, livro de Pedro Rhuas sobre um garoto que se mudou
de Luna do Norte para Natal e acaba conhecendo um crush francês no Titanic… ou melhor, em uma boate chamada
“Titanic”; e “Uma
Canção de Amor e Ódio”, livro quente e divertido de Vinícius Grossos
sobre dois astros da música que “se detestam”.
Agora,
aproveito para listar brevemente, como forma de registro, outras leituras que
fiz em 2025, cujos textos estão prontos, mas ainda não publicados e vocês devem
vê-los por aqui em breve: “Se a Casa 8
Falasse”, livro inusitado, inteligente e maravilhoso de Vitor Martins; “Os dois amores de Hugo Flores”, o
segundo livro de Felipe Fagundes, que chegou ao posto de um dos meus autores favoritos com seu livro de estreia, “Gay de Família”; “Cloro”, livro de Alexandre Vidal Porto com sua característica
sinceridade, objetividade e beleza. “Querido
Ex,”, de Juan Jullian, um soco no estômago. E releituras deliciosas: “Bisa Bia, Bisa Bel”, de Ana Maria
Machado; “Aventuras de Xisto”, de
Lúcia Machado de Almeida; “O Sobrinho do
Mago”, de C. S. Lewis, de “As
Crônicas de Nárnia”; e “A Batalha do
Labirinto”, de Rick Riordan, de “Percy
Jackson e os Olimpianos”.
No universo
das HQs, tive poucas publicações ao longo do ano, sendo elas: “Pássaro
Branco”, de R. J. Palacio; “De
Volta Para o Futuro: Contratempo Contínuo”, o segundo volume da
excelente publicação da IDW no aniversário de 30 anos da franquia; e as duas
primeiras edições de “Power
Rangers Prime”, uma série fantástica que eu li atualmente até a 12ª
edição (e está cada vez melhor!). Outras leituras que menciono aqui são dois
novos arcos da 3ª Série de “Turma da
Mônica Jovem” (“Uma Luz Que Se Apaga”
e “Ascensão do Limiar”), o Graphic
MSP “Mônica: Força”, o terceiro
volume da HQ de “De Volta Para o Futuro”,
intitulada “Quem é… Marty McFly?!”, a
HQ brasileira “Cosmico” e os mangás “Você Me Deixa Sem Fôlego”, “10 coisas para fazer antes dos 40” e “O Fim das Minhas Noites de Solidão”.
Postagens
desses livros e HQs em breve por aqui!
PARADA TEMPORAL
Em 2025, o
Parada Temporal comemorou 15 ANOS desde a sua criação em outubro de 2010 – e,
ao longo desses 15 anos de história e opiniões compartilhadas, totalizamos mais
de 13.700 postagens, além de mais de 11.700.000 visualizações, e esse é o
momento em que eu faço uma breve pausa na Retrospectiva para agradecer a todos
que, de uma maneira ou de outro, fizeram e fazem parte do Parada Temporal
comigo… sempre digo que esse blog nasceu como um registro pessoal, e ele o
segue sendo, mas cada vez eu compartilho essa paixão com mais pessoas, e é
muito legal saber que tem alguém do outro lado, lendo! Às vezes até esperando por alguma postagem e eu nem
fazia ideia! MUITO OBRIGADO A TODOS! Leitores de longa data… quem está chegando
agora…
Sejam todos muito bem-vindos!
E, falando
sobre o Parada Temporal, gostaria de convidá-los a conhecer um pouco das
páginas que ajudam a “organizar” algumas postagens por tema. Menciono com muito
carinho as páginas Produções
LGBTQIA+ e Reviews de BLs,
que estão sempre em atualização e expansão. Menciono as páginas Retrospectivas e
Expectativas,
que fazem muito sentido nessa época do ano, e Doctor Who,
que já conta com reviews de todos os
episódios de 2005 a 2025, com as postagens sobre a Série Clássica em andamento.
Por fim, meus xodós antigos e eternos, que são uma parte imensa do Parada Temporal: o Cantinho de
Luz, onde eu retorno a produções do passado com um olhar de nostalgia e
carinho; e o Além
do Cantinho de Luz, uma espécie de spin-off
da página original.
São centenas
e centenas de postagens em cada página, talvez te interesse!
Tanto o Cantinho de Luz
quanto o Além do
Cantinho de Luz têm seções dedicadas a FILMES, e aqui estão os
filmes que ganharam revisita e postagem no Parada Temporal durante o ano de
2025: com gostinho de infância, comentei “Xuxa
Popstar”, de 2000, e “Uma
Escola Atrapalhada”, de 1990, além de “Scooby-Doo
2: Monstros à Solta”, de 2004, e “As
Muitas Aventuras do Ursinho Pooh”, de 1977. Também foi um prazer
retornar a um clássico da Sessão da Tarde que ganhou uma excelente sequência
nesse ano: “Sexta-Feira
Muito Louca”, de 2003. E, nessa energia, ainda cito “Camp Rock”,
de 2008, e “Camp
Rock 2: The Final Jam”, de 2010, enquanto aguardamos o lançamento do
terceiro filme da franquia em breve. E ainda assisti, pela primeira vez, “Lemonade
Mouth”, de 2011, e fiquei completamente apaixonado!
Outros
filmes comentados foram: “Deus
é Brasileiro”, de 2003; o clássico “Maurice”,
de 1987; “Os
Outros”, de 2001; mais dois filmes da franquia “O Exterminador do Futuro”: “O
Exterminador do Futuro: A Salvação”, de 2009, e “O
Exterminador do Futuro: Gênesis”, de 2015. E dois musicais que eu amo
imensamente e que há algum tempo eu estava querendo reassistir para poder
comentar com mais detalhes aqui no Parada Temporal: “O
Fantasma da Ópera”, de 2004, cuja música parece vibrar por todo nosso
ser, nos dominando e nos enfeitiçando como o Fantasma faz com Christine Daaé; e
“Moulin
Rouge!”, de 2001, com a bonita, emocionante e triste história de amor
entre Christian e Satine, que me leva às lágrimas toda vez que eu assisto,
inevitavelmente.
Falemos
especificamente sobre o CANTINHO DE
LUZ. Como já comentei muitas vezes, o título da página vem de uma das
músicas mais belas de “Chiquititas”
e, durante o primeiro semestre desse ano, concluí as minhas postagens sobre a 1ª
Temporada da versão brasileira de “Chiquititas”
de 1997, comentando momentos importantes da trama, a primeira troca de
uniformes e clipes que marcaram a nossa vida. Sei que estou devendo as
postagens sobre a 2ª Temporada da novela, entre 1997 e 1998, mas a boa notícia
para quem estiver esperando é que já
tenho muitos textos prontos e os comentários sobre a 2ª Temporada da novela
devem começar a aparecer no blog ainda no primeiro semestre de 2026, com novos
personagens, novas músicas…
Esse também
foi um ano no qual retornei a um projeto de Xuxa Meneghel que fez parte da
minha infância, e foi divertido comentar “Xuxa
Só Para Baixinhos” e “Xuxa
Só Para Baixinhos 2” – esse segundo sendo vencedor do Grammy Latino de
Melhor Álbum Infantil, com razão! Em Séries,
comentei a quarta
e última temporada de “Os Feiticeiros de
Waverly Place”, bem como a segunda
temporada de “Hannah Montana”,
além de dar continuidade a projetos de longa data: sigo com comentários de “Power
Rangers” e, nesse ano, cobri “Power
Rangers Super Samurai”, “Power
Rangers Megaforce” e “Power
Rangers Super Megaforce”; em “Sítio
do Picapau Amarelo”, comentei uma única história
de 1979, “O Curupira”,
além da primeira
temporada da versão animada, de 2012.
Já no ALÉM DO
CANTINHO DE LUZ, o destaque fica para novelas e minisséries, brasileiras
e estrangeiras, que apareceram pelo blog ao longo do ano. Embora não seja uma
novidade, porque iniciei as postagens ainda em 2024, eu quero citar a
primeira temporada de “Margarita”,
que contou com muitos textos publicados ao longo de 2025, cobrindo os capítulos
da novela, clipes, momentos musicais icônicos como a releitura de “Que
Nos Volvamos a Ver”, e os álbuns, tanto de originais quanto de covers. Com a chegada da primeira
temporada da versão brasileira de “Floribella”
na HBO Max agora em dezembro (já tenho textos publicados da temporada!), o
serviço de streaming já anunciou a
estreia de “Margarita”
oficialmente no Brasil para o início de 2026.
O ano de
2025 no Parada Temporal também viu a conclusão das postagens da versão mexicana
de “Amigas
e Rivais”; muitas postagens de “Simona”, que
é uma novela argentina de 2018 cheia de música, de diversão e de carisma e que
eu amo profundamente… além disso, a novela nos entrega um casal gay
maravilhoso, com desenvolvimento excelente e que, ao ganhar o público, acaba
sendo alçado à posição de protagonismo e eu os considero meus xodós: Blas e Júnior… ou Blasnior. E, dando continuidade em
meu projeto de cobrir a franquia de telenovelas de Rosy Ocampo, “Vencer”,
iniciei as postagens de “Vencer
o Desamor”, uma telenovela com roupagem moderna e gosto de clássica,
que é um grande presente aos noveleiros de plantão que adoram uma boa história!
No que tange
a Teledramaturgia Brasileira,
consegui me dedicar a assistir e a postar sobre algumas minisséries que
marcaram época, a começar pela excelente duologia de Gilberto Braga: “Anos
Dourados”, de 1986, e “Anos
Rebeldes”, de 1992 – essa segunda uma minissérie política e, eu diria, essencial na época ameaçadora que
estamos vivendo atualmente. Foi um prazer gigantesco assisti-la e comentá-la!
Depois, ainda trouxe ao Parada Temporal comentários sobre “A
Casa das Sete Mulheres”, de 2003, que é outra minissérie que marcou
época e sempre é lembrada com muito carinho. Por fim, agora no finzinho de
dezembro, iniciei meus textos sobre “Além
do Tempo”, uma das melhores novelas da última década, que completou 10
anos em 2025.
Por
enquanto, eu fico por aqui… sempre comento que é um grande prazer escrever
essas Retrospectivas, poder olhar para o ano que passou, e é um bom paralelo
com o que eu postarei amanhã, que são minhas Expectativas para o ano que está
começando! Deixo um MUITO
OBRIGADO especial a quem estiver do outro lado nesse momento,
e digo, com toda a convicção, que o blog não seria o mesmo sem vocês… agradeço
muitíssimo por todos os momentos incríveis proporcionados em 2025! Uma vez eu
disse que eu adoro estar aqui, e é muito bom saber que existem pessoas do outro
lado desse texto, que com sorte também amam estar aqui. Obrigado de verdade!
Aproveitem para deixar seus comentários: eles sempre são muito importantes! Opiniões, sugestões, indicações… ou só uma
palavra de carinho mesmo, que aquece o coração!
Tenham um
FELIZ ANO NOVO!
Nos reencontramos em 2026!

Meu amor é o melhor ❤️
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