1000 Stars – Episode 4

“Você gostaria de me conhecer?”

EU ESTOU COMPLETAMENTE APAIXONADO POR ELES. Tian e Phupha passaram o quarto episódio de “1000 Stars” inteiro flertando um com o outro – eles esbanjam química em cada troca de olhar, sorriso e indireta, e o resultado é um episódio fofo e bonito que me permitiu vários pequenos surtos e uma sensação gostosa com um sorriso imenso no rosto. Estou ADORANDO “1000 Stars”. Se, no último episódio, nós ficamos encantados com aquele momento em que o Phupha tenta discretamente tocar a mão de Tian por baixo do cobertor, ganhamos uma série de momentos como esse durante o quarto episódio, enquanto Tian e Phupha se apaixonam irremediavelmente um pelo outro… e eu acho que, a essa altura, os dois já têm consciência disso, mas essa parte do relacionamento, em que o outro precisa ser “conquistado” é uma delícia.

Quanto sorriso… quanto olhar…

Destaque, também, para o Dr. Nam, que estava IMPAGÁVEL durante todo o episódio, prontíssimo para colocar mais lenha na fogueira e fazer o Tian e o Phupha ficarem juntos de uma vez. Como no fim do episódio passado, por exemplo, Phupha acabou descobrindo as cicatrizes que Tian tem no peito ao levá-lo para casa depois de Tian ter bebido bastante na sua cerimônia de boas-vindas à aldeia, agora ele tenta entender o que elas significam e, como seu melhor amigo é médico, ele começa a fazer algumas perguntas, e eu ADOREI o Dr. Nam as respondendo, mas completando com: “Por quê? Tian tem cicatrizes no peito?” Phupha até se desestabiliza por uns segundos, mas a verdade é que ele não pode (e não quer) negar os seus sentimentos por Tian… e o Dr. Nam segue mandando uma série de indiretas: tanto para Phupha quanto para Tian.

TRAGAM UM PRÊMIO PRA ESSE CARA, SÉRIO.

Diferente dos demais episódios, esse episódio foi centrado quase que inteiramente no romance de Phupha e Tian – o que não quer dizer que não tenhamos uma cena bem interessante na qual vemos Tian na sala de aula, agora sabendo algo que ele pode ensinar para as crianças e que vai ser útil para a aldeia: ele as ensina a usar uma balança. A aula é simples, mas divertida, e eu adoro ver o Tian se tornando parte de toda essa comunidade – acho, inclusive, que ele vai fazer alguma coisa em relação ao sonho de Ayi de ser um piloto de avião; nesse momento, tudo o que ele pode fazer é ensinar as crianças a fazerem aviões de papel para atacar o “Gigante Verde”, e isso rende uma cena muito bonita para Tian como professor e, de quebra, um momento forte para Tian e Phupha, que está olhando para ele com aquele meio-sorriso no rosto e olhar fascinado.

Primeiro surto do episódio veio na cena da moto – depois da aula, Phupha convida Tian a ir com ele até a cidade porque “precisa ir ao mercado”, E QUE DELÍCIA TODA AQUELA CENA DA MOTO! Phupha manda Tian subir na garupa e “segurar firme”, e quando Tian coloca a mão nos seus ombros, ele as tira de lá para colocá-las em sua cintura (!), e depois fica pedindo que o Tian segure firme para não cair… para provocar, porque Phupha não para de mandá-lo “segurar mais firme”, Tian o abraça com força e bem junto de si, e deita o queixo no ombro de Phupha, e é uma das melhores cenas do episódio: o tanto que esses dois ficam lindos juntos! Ah, e Phupha ainda sorri, porque ele gosta de ter o Tian por perto! Destaco, ainda, o Phupha reagindo a encontrar o Dr. Nam no mercado da cidade, comentando com Tian que “queria estar ali só com ele”.

A cena da cidade acaba não sendo tanto de Tian e Phupha, porque Phupha tem que atender a um chamado e retornar à base urgentemente, mas é uma sequência maravilhosa de todo modo, porque Tian aproveita para conversar com Dr. Nam e tentar conseguir algumas informações a respeito da vida amorosa de Phupha, por exemplo, e sua relação com Torfun – amei o Tian ficando com ciúmes do Phupha com o Dr. Nam e o próprio Dr. Nam percebendo isso… inclusive, como eles preparam o jantar juntos naquela noite (uma cena incrível, por sinal, agora já estou ansioso para “Moonlight Chicken”), o Dr. Nam faz questão de contar ao Phupha, na frente de Tian, que o Tian queria saber se eles eram namorados… DR. NAM MELHOR SHIPPER DO MUNDO SIM! Ainda podemos conferir a fofura que é o Phupha todo satisfeito ao saber disso, sem conseguir deixar de sorrir

Ele tá muito apaixonado!

Tian e Phupha se despedem como quem não quer se separar, e Phupha ainda deixa para trás a mochila com um “presente” para Tian: um novo mosqueteiro porque, no episódio passado, quando eles dormiram juntos (!), Tian comentara que o mosqueteiro era velho e estava cheio de furos… Phupha vai embora com o Dr. Nam, mas não para de pensar em Tian, e Dr. Nam aproveita para provocá-lo: “Hey, vocês acabaram de se separar! Você já tá pensando nele?” No dia seguinte, Tian acaba se envolvendo na construção de uma liteira para uma cerimônia de casamento que vai acontecer no outro dia, e isso acaba o deixando bem próximo de Longtae, o filho do chefe da aldeia, e isso faz com que o Phupha fique se mordendo de ciúmes – não tenho certeza se o Tian percebeu, mas, se sim, ele fez questão de deixar que o Phupha sentisse ciúme mesmo.

No meio de tantos flertes, cenas românticas e uma pitadinha saudável de ciúmes, precisamos destacar o momento “safadeza” do episódio também, e que eu adorei (e não, não estou falando do Phupha tomando banho, embora… wow!): a noite dos cães uivantes. A noite anterior a uma cerimônia de casamento é chamada de “noite dos cães uivantes” e nem Tian nem Longtae sabem o que isso significa… e saem de casa para tentar descobrir. No fim, eles acabam com uns aldeões e com uns guardas espiando a noite de núpcias adiantada do casal, o que parece bastante inadequado, mas rendeu uma cena divertida e sacana entre Phupha e Tian, porque é o Phupha quem aparece para tirar todos de lá, e Tian é o último que sobra, um pouco assustado em ver o Phupha ali… ri muito da cena do Tian dizendo que “não estava vendo nada” e do Phupha perguntando “se ele tem certeza”, apontando a lanterna para a calça dele.

Sem contar o sorriso com carinha de safado do Phupha, né?

FUI PEGO DE SURPRESA AQUI! E adorei.

A cerimônia de casamento toma pouquíssimo tempo do episódio, porque é o casamento de personagens que nem conhecemos, mas traz alguns momentos importantes, como o Phupha olhando para o Tian enquanto ele brinca de pião com algumas crianças da aldeia e o Dr. Nam se referindo ao Tian para o Phupha como “o seu garoto”, e nos encaminha para algo interessante: Tian e Phupha acabam se desafiando em um duelo de piões e apostam que quem perder “vai ter que fazer o que o outro quiser”: Tian acaba ganhando a aposta, e ele sabe exatamente o que quer – que Phupha o leve ao Monte Pha Pun Dao. O episódio também introduziu a lenda do Monte Pha Pun Dao, que dá nome à série: a lenda diz que quem subir ao monte no último dia do ano, contar mil estrelas e fazer um pedido, terá esse pedido realizado… e Tian quer conhecer esse monte, porque sabe que era importante para Torfun.

AMEI que o Phupha acabou achando incrível perder a aposta no fim das contas – ele se produziu todo como se estivesse indo para um encontro… porque, de certa maneira, ele estava. Ele toma banho, passa perfume, coloca uma camisa nova (da qual até esquece de tirar a etiqueta, por sinal) e está com um sorriso imenso quando sai da base para ir buscar o Tian, e tem que aguentar um pouco de provocação do Dr. Nam e dos outros guardas, que dizem que “ele está indo para um encontro”. E como ele pode negar isso? Quando ele chega à casa de Tian, Tian dá uma boa conferida nele e comenta que “ele está bonito hoje” (como se não estivesse maravilhoso todo dia, mas ele quis dizer por ele ter se arrumado), e é MUITO FOFO ver a expressão do Phupha, todo orgulhoso de si mesmo por ter causado uma impressão… no fim, Phupha é muito inocente e fofo.

Os dois fazem juntos a escalada do Monte Pha Pun Dao em uma cena rica que nos apresenta um pouco de romance em pequenos detalhes importantes, um background para a história de Phupha, que é um personagem “misterioso” sobre o qual ainda sabíamos muito pouco, e gera uma conexão importante entre Phupha e Tian. Quando eles finalmente chegam ao topo e podem ver as florestas lá de cima, Phupha conta sobre a importância do monte para ele, porque o pai costumava trazê-lo ali quando ele era criança, e ele também conta que o pai morreu protegendo a floresta… é um momento importante porque dá para sentir que Phupha não conta aquilo para todo mundo, mas ele quer estabelecer uma conexão com Tian – até porque ele quer fazer uma pergunta e, quando tem autorização para isso, ele pergunta sobre a cicatriz que Tian tem no peito.

Tian responde com sinceridade, e é intenso vê-los abrindo o coração um para o outro – o laço entre eles está se estreitando cada vez mais. Tian não conta, no entanto, que o coração veio de Torfun. A cena também traz ótimos momentos e flertes finais de ambos os lados… Phupha pergunta alguma coisa sobre ele estar sozinho, e Tian responde que, se ele se refere a namoro, sim, ele está sozinho; Tian também comenta que não acredita que Phupha esteja sozinho, porque ele é “do tipo que deixa uma esposa em cada aldeia”, mas Phupha diz que não é assim e que ele saberia se o conhecesse melhor… Tian também resolve tirar do caminho as suas dúvidas sobre a relação de Phupha e Torfun (com direito ao Phupha o provocando e perguntando se “ele quer chamá-lo para sair”!), e Phupha responde que “Torfun era como uma irmã que ele amará para sempre”.

Foi aqui que eu surtei…

E o Tian também, diga-se de passagem. O rapaz ficou até sem ar!

 

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