Crazy Ex-Girlfriend 4x02 – I Am Ashamed
“We do the cringe!”
A ASSASSINA
DO TERRAÇO. Exibido originalmente em 19 de outubro de 2018, “I Am Ashamed” é o segundo
episódio da quarta temporada de “Crazy
Ex-Girlfriend” e Rebecca Bunch desenvolve agorafobia. Ela tem um evento bem
bacana de Halloween ao qual poderia comparecer – uma exibição de “Abracadabra” com uma da atrizes
originais do filme em um cemitério –, mas ela não consegue mais se convencer a
sair de casa. Na verdade, “Time to Seize
the Day”, a primeira música do episódio, é inteiramente sobre a Rebecca
encontrando todos os motivos possíveis para ficar em casa ao invés de sair… até
que a situação comece a ficar preocupante, a ponto de Rebecca se convencer de
que tem, ali, um fantasma que precisa da sua ajuda.
É um
excelente episódio de Halloween, é claro. Aquela é uma casa na qual alguém
morreu há algum tempo, e agora Rebecca quer ajudar Devon a encontrar “paz”.
Enquanto Heather tenta ser a racional do grupo, Valencia acaba incentivando
toda essa coisa de “fantasma”, o que nos rende uma das cenas mais divertidas do
episódio, que é quando elas tentam entrar em contato com o plano espiritual –
tem mesa balançando, luz falhando e tudo! E, no fim das contas, Rebecca acaba
inusitadamente saindo de casa, quando
se convence de que o que Devon quer é ser homenageada no aniversário de sua
morte… então, Rebecca vai com Heather, Paula e Valencia até o lugar onde Devon
foi enterrada e tem uma “conversa” sincera com ela.
Gosto
bastante da cena do cemitério, especialmente porque “The Cringe” é o melhor número musical do episódio. Gosto da vibe de Halloween que traz um pouquinho
de Michael Jackson e “Thriller” e de “Beetlejuice”, e gosto dos figurinos, da
coreografia, das histórias absurdas que aqueles mortos têm a contar… tudo
funciona muito bem aqui! No fim das contas, é claro, a Heather tinha razão e
tinha uma explicação racional para tudo o que tinha acontecido: o livro caindo
da estante, o barulho de gemido, a mesa balançando – tudo por causa de um
problema no encanamento de gás. Gosto muito da cena final do episódio com a
Heather e a Paula de um lado, defendendo a racionalidade das explicações, e a
Rebecca e a Valencia de outro, ainda questionando.
O oculto
existe?
Em paralelo,
acompanhamos o pai de Nathaniel tentando “dar uma lição” no filho que não tem
aparecido para trabalhar há alguns dias, porque está com muita coisa em mente
com que lidar. Assim, o Nathaniel Sir coloca um homem chamado Bert à cargo da
empresa, e Nathaniel fica incomodadíssimo e resolve averiguar e buscar todo e
qualquer podre que puder sobre o Bert Buttenweiser, para reassumir o seu lugar
– e ele descobre algumas coisas, mas nada que o pai já não soubesse, porque sua
intenção era realmente dar esse chacoalhão no filho, e funciona. A trama serve
para trazer o Nathaniel de volta à empresa, bem como para apresentar o Bert,
que pode não ser mais o chefe e tudo o mais, mas ele resolve “continuar por
ali”.
Por fim,
temos o Darryl todo paranoico porque “ele não sabe o que é melhor para a
Hebecca como as outras mães parecem saber”, então ele acaba se metendo em uma
missão para comprar leite materno no mercado ilegal e o buscar, enquanto o
White Josh acaba ficando para cuidar da pequena Hebby, e ele acaba sendo fofo.
Ainda que ele não quisesse ter filhos e esse tenha sido o motivo de seu término
com Darryl, ele é fofo com Hebecca, amo toda a parte da fantasia de coala (!),
e ele talvez fosse um equilíbrio interessante para o Darryl como outro pai da
bebê… de todo modo, a história traz uma conclusão fofa com a ex-mulher de
Darryl dizendo que o que Hebbeca precisa é de um bom pai, e isso ela tem. Ainda lamento o término de Darryl e do White
Josh.
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