MÔNICA (2026) #2 – Panterelas versus Abracadabro
Festival do Queijo Coalho!
O RETORNO
DAS PANTERELAS! Publicada em maio de 2026, “PANTERELAS
VERSUS ABRACADABRO” é o título da história principal da Edição #2 da 4ª
Série da “Mônica” pela Panini, e o
trio Mônica, Magali e Milena precisa se reunir para enfrentar um vilão que está
ameaçando o Festival do Queijo Coalho no Bairro do Limoeiro! Abracadabro, o
vilão que se gaba por ser muito rápido em
trocar as coisas de lugar, parece ter trocado todo o queijo coalho do
evento por sabão, e agora ele está de
olho no maior queijo do bairro, que é
a grande atração desse Festival!
Confesso que
não é a minha história favorita das Edições #2, tampouco minha história
favorita das Panterelas, mas funciona bem! Tem toda a brincadeira com o absurdo
da situação, tem a Magali vestida de abacaxi, o que me lembra a Lady Magaga, de
alguma maneira, e tem aquela coisa de as três resolverem “enganar” o
Abracadabro com a Mônica usando uma máscara para se passar pela Magali, por
exemplo, o que eu tenho certeza de que veio daquele meme da internet… no fim
das contas, o maior queijo do bairro
é salvo do Abracadabro, mas quem pode salvá-lo da fome da Magali?!
Falando na
fome da Magali, ela também devora parte da lua cheia achando que era de queijo
em “A ESPERA VALEU A PENA”, para o
desespero da Bruxa Viviane. No mais, temos o Jeremias animado com a sua
fantasia do novo Capitão Armórica, usando a força da Mônica para conferir a ela
“UM POUCO MAIS DE REALISMO”, e temos
o Nimbus fazendo um show de mágica que é um sucesso em “UM ENCANTO DE PLATEIA”, com personagens icônicos como o Cosmo e a
Wanda, a Sininho, o Gênio do Aladim, o Harry Potter, o Mestre dos Magos e o
Doutor Estranho na plateia…
Temos,
ainda, a Mônica indo “brincar” “NA CASA
DA CARMINHA”, mas a “brincadeira” acaba sendo chata demais, porque tudo o
que ela pode fazer é olhar para as
suas bonecas e roupas expostas; e o Cascão de tornando “AJUDANTE DE LABORATÓRIO” do Franjinha em um dia chuvoso, em uma
história que ganha uma boa piada com o fato de que o Franjinha vive inventando máquinas do tempo – “O que vamos fazer?”
“Ai, meu São Galileu… criaremos um capacitor disruptivo espaço-temporal de
impedância logarítima fator 10” “Máquina do tempo?” “Isso”.
Gostei
bastante de “ETERNA COELHADA”, uma
historinha de uma página com várias versões da Mônica perseguindo várias
versões do Cebolinha ao longo da história da humanidade. Em “CADÊ ELE?”, Maria Cebolinha se torna
ajudante do Cebolinha em um plano infalível e em “REAÇÃO IMEDIATA”, o Cebolinha descobre o poder do karma em questão
de segundos. Por fim, temos duas histórias com o Monicão: uma sem título na
qual a Mônica está tentando ensiná-lo a sentar, e outra chamada “HORA DO BANHO” na qual Mônica e
Jeremias estão tentando atrair o Monicão para o banho.
E é uma
confusão!
Como edição,
é boa… mas fica aquém da Mônica #1 dessa série.
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