MAGALI (2026) #1 – O Mistério do Bolo de Chocolate
“Upa! Upa! Adoro um mistério!”
A REVISTA É
DA MAGALI, MAS A ESTRELA FOI A MILENA! Publicada em maio de 2026, a Edição #1
da 4ª Série da “Magali” pela Panini é
uma das melhores Edições #1 dessa nova fase. A história principal, “O MISTÉRIO DO BOLO DE CHOCOLATE”, é
tão repleta de bons momentos que garante risadas do início ao fim, e tudo
começa quando a Carminha Frufru coloca o seu bolo de aniversário para esfriar
na janela enquanto ela toma banho, chamando a atenção da Magali, e ele
desaparece logo em seguida… é claro que as suspeitas recaem sobre a Magá, mas
ela jura que não foi ela…
E a Milena
resolve ajudar a investigar!
Afinal de contas, ela adora um mistério e
uma investigação.
Milena está
absolutamente fofa e hilária nessa historinha, ela é uma estrela! Sua primeira
grande teoria, depois de a Magali explicar que está lambuzada por ter tropeçado
em um pacote de açúcar e ter caído em uma poça de lama, é: “Foi o jacaré bandido que mora na poça de lama do campinho. Ele arrumou
um emprego de cozinheiro na sua casa e fez o bolo com lama e açúcar. Mas o
jacaré bandido percebeu que tinha ficado uma porcaria. Por isso, ele fugiu com
o bolo pra não passar vergonha”. É o absurdo da teoria e a convicção com
que Milena a compartilha que torna tudo tão icônico!
Também dei
uma gargalhada sincera com a Milena surgindo com uma picareta do mais absoluto
nada para poder investigar o ralo do banheiro da Carminha, por onde o “jacaré
bandido” supostamente fugiu – a Milena depois com a picaretinha no ombro é um
espetáculo à parte! –, mas o bolo todo serelepe saltitando pela casa enquanto
canta “Firuli, firuló! Uma bobona e uma
bocó!” faz a Magali entender depressa que isso é coisa da Tia Nena… e, sem
seus óculos, ela trocou o açúcar das receitas por pó de pirlimpimpinho, o que
também explica o misterioso pacote de açúcar no qual a Magali tropeçou antes.
“Você destruiu meu banheiro à toa, sua
marmoteira!”
Com exceção
de “GANHAR UMA”, que conta com o Do
Contra tentando levar uma coelhada da Mônica, mas acabando levando um beijo na
bochecha, todas as demais histórias também são protagonizadas pela Magali… em “PROMOÇÃO”, ela cai em uma brincadeira
do Jeremias e do Cascão que a deixam perdidinha e alvoroçada com todo tipo de
promoção de comida possível; em “SEGUINDO
AS PISTAS”, o Dudu consegue localizá-la com facilidade seguindo os
carrinhos de comida vazios pelo Bairro do Limoeiro; e em “UM LUGAR PERIGOSO”, Magali e Dudu fazem uma viagem à cozinha
durante um filme!
Magali
estava maravilhosa em seu desespero por causa de um suposto fio de cabelo
branco que se revela apenas um pelo do Mingau eventualmente em “É SÓ UM CABELINHO BRANCO”, bem como em
sua missão impossível de abrir um pacote de biscoito na biblioteca sem fazer
barulho, até ser traída pelo som estrondoso da sua barriga roncando em “BARULHO TRAIDOR”. Por fim, temos uma
Magali sempre esfomeada procurando o que comer em “MANHÊ!” enquanto o pai foi ao mercado, com aquela conclusão maravilhosa:
“De novo? O que foi que acabou agora,
Magali?” “A historinha! E eu não tive tempo de comer nada”.
Edição
incrível, uma das minhas favoritas nas publicações da quinzena!
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