Supernatural 13x08 – The Scorpion and the Frog


“You’re on the wrong side of this, boys”
Eu continuo sentindo muita falta de Jack (!), mas esse foi um episódio bem bacana. Tem um quê de comédia que muito me divertiu, especialmente nas cenas do Dean Winchester tem a mão usada como bússola, ou o drama todo para colocar a mão naquela “gárgula” para doar seu sangue de quem já esteve no Inferno e voltou. Foi um episódio bem comum, e embora tenha nos feito acreditar que levaria a algum lugar, no fim não nos levou a lugar algum, classificando-o como filler. Mas “Supernatural” sempre foi repleto de fillers, e desde que sejam fillers legais, está tudo bem – não temos outra opção mesmo! Talvez o grande intuito do episódio fosse apresentar Alice, porque eu sinto que nós ainda voltaremos a vê-la na série! O episódio começa com um demônio ligando para Dean e dizendo que tem algo que lhe interessa (“Dean Winchester? I have something you might be interested in”): uma maneira de rastrear Jack!
Nem Sam nem Dean querem muito confiar em Barthamus, afinal de contas ele é um demônio (!), mas eles precisam ir conferir o que ele está propondo. É um feitiço de rastreamento para nephilins, e se essa é a única opção que eles têm para encontrar Jack, que a essa altura está por aí, sozinho, assustado e perigoso, Sam acredita que, talvez, eles devam tentar. O “favor” que Barthamus pede em troca da segunda metade do feitiço é que eles invadam a fazenda de Luther Shrike, para roubar em seu cofre algo que pertence a Bart – e apenas alguém que já esteve no Inferno e de volta pode abrir o cofre! Sem saber o que roubariam para o demônio, os Winchesters pensam em recusar a proposta, mas Barthamus é bom em barganha, quase tanto quanto o Doutor Estranho: ele diz que se eles não quiserem ajudá-lo, ele dará o feitiço a Asmodeus.
Opa.
As cenas são ótimas, e aquele tal de Shrike é bem macabro. Sam entra na propriedade se fazendo passar por um vendedor, oferecendo-lhe uma faca capaz de matar demônios. Enquanto isso, com Smash e Grab, Dean procura o cofre usando a própria mão, cujo sangue o cofre anseia por, como bússola. A cena foi bizarra e divertida, com uma trilha sonora engraçada, em contraste ao momento de Sam com Shrike, que sabe muito bem o que ele está fazendo ali: “Bart sent you… you’re here to rob me, right?” Essa dicotomia se estendeu enquanto Sam tentava e não conseguia matar Shrike, que é imortal em sua propriedade, e Dean fazia um escândalo enquanto o seu dedo era minimamente furado para conseguir seu sangue… a comédia se estende quando eles jogam Shrike amarrado em uma cadeira para receber os dardos contra ladrões.
Não é muito eficaz esse sistema de proteção, me pareceu.
O episódio é interessante em sua conclusão, por nos surpreender. Alice consegue abrir o cofre para que eles roubem o baú lá de dentro, e Shrike persegue os Winchesters para mostrar-lhes que “eles estão do lado errado”: “Bart’s bones. You burn them, he dies. That’s my leverage. You’re on the wrong side of this, boys” E, por mais estranho que Shrike seja, os Winchesters realmente estavam do lado errado. A história sobre como Bart fez um pacto para salvar a vida de seu filho, que morreu poucos anos depois, é realmente triste. Sam e Dean hesitam, e pensam em não terminar o trabalho para Bart, mas então é tarde demais: “Luther! You never should’ve left the house” Com Shrike do lado de for a de sua propriedade, ele não é mais imortal, e vivencia uma morte brutal, embora rápida. No fim, os Winchesters ficam sem o feitiço, que é queimado junto com Bart quando Alice queima seus ossos.
Ou seja, não chegamos a lugar algum.
A não ser pela metade do feitiço que conseguiram.

Para mais postagens de Supernatural, clique aqui.


Comentários