Supernatural 8x23 – Sacrifice


Perfeito. Quase.
Posso registrar aqui a minha frustração pelo plano ter sido interrompido de maneira tão brusca em mais um capítulo de novela mexicana no final do episódio? Tirando isso, uma coisa que eu queria incrivelmente ter visto (duas), o Season Finale foi inteligente, bem calculado e nos deixou eletrizados – além de trazer uma possível ótima história para o novo ano da série. Sem contar que visualmente o episódio todo foi belíssimo e algumas cenas realmente mexeram comigo… como a última.
O episódio começa com “The road so far” minha gente! Carry on my wayward son é Supernatural inquestionavelmente. Ouvir àquilo dá uma deliciosa sensação de missão cumprida, e também a certeza de que o que está por vir será algo épico. E o episódio foi justo com esse nosso sentimento inicial. Com surpresas, emoção e muita perfeição, a história contada e os cliffhangers deixados foram espetaculares. Retornar para o nono ano terá que ser realmente exatamente do ponto onde essa temporada deixou… perfeito.
Castiel continua com Metraton e o “segundo teste para fechar os Portões do Céu” é recuperar o arco de um Cupido. Eu achei essa história bastante interessante, gostei da piadinha de colocar aquela expressão do Dean quando vê o Cupido juntando o casal, e tudo parece funcionar direito, até Nathaniel contar a Naomi onde Castiel está, e então Metraton ser levado até o Céu para um pouquinho de questionamentos… se você me perguntar, não me importei nem um pouco em vê-lo partir.
Foi incrível como tudo aconteceu nessa área da história. Porque quando tudo parece muito bem determinado, Naomi desce para falar com Dean e Castiel, e conta umas verdades absurdas que se tornam críveis através dos comentários anteriores de Kevin, mesmo que rápidos. E então ficamos chocados com a proposta não de fechar os Portões do Céu, mas sim de um feitiço de vingança de Metraton para expulsar todos os Anjos do Paraíso e exilá-los na Terra… um conceito interessantíssimo que voltará com força total na próxima temporada, certamente como trama central.
Volto mais tarde.
Quanto a fechar os Portões do Inferno, Sam ainda precisa dar um jeito no último teste, de curar um demônio, e para isso ele e Dean quase aceitam o pacto com Crowley (como eu ri daquele contrato!) – se você me perguntar a respeito da prisão dele eu direi para sempre que achei aquilo fácil demais, mas preferi ignorar o ocorrido e aproveitar todo o resto. “You are the third trial, Crowley” foi surpreendente, afinal olhar para ele preso e cético a todo o desenvolvimento do plano nos deu muita certeza de que ele era uma alma já impossível de ser curada.
Mas… deixado para trás, Sam fica com seu plano, e Crowley arruma todo um plano amador para implorar por ajuda, e quem vem é justamente Abbadon. Contratarão outra atriz para interpretá-la na próxima temporada, mas certamente ela regressará. Foi ótimo vê-la nocautear Sam (a cena foi linda, belíssima de se ver!) e ver a maneira como ela e Crowley lutaram pelo poder no Inferno, chocante, explícito e humano. E surpreendentemente Sam trouxe uma ótima cena na qual a vence de um jeito simples e eficiente. A fotografia da cena ficou belíssima, com todas aquelas chamas, e então o espírito indo embora… cena maravilhosa!
No mais, o plano parece funcionar perfeitamente. Aos poucos vemos as mudanças no comportamento de Crowley. Acredito que “I will deny it if you one day tell me, but I’m proud of you”, embora eu tenha rido, tenha sido o primeiro grande indício de que talvez tudo estivesse funcionando. Foi surpreendente ver Crowley implorar por perdão, gritar que “I deserve to be loved!”, dar o pescoço para Sam injetar mais sangue… o ritual quase completo me encheu de apreensão, foi belíssimo e maravilhoso, então você pode imaginar o tamanho da minha frustração com o “Sammy, STOP!”.
Mas eu amei o “You finish this trial, you’re dead, Sam” / “So?”
Novela mexicana e blá blá blá, acontece que o Sam não consegue terminar o último teste, não consegue se oferecer como sacrifício. Embora tenha sido surpreendente terminarmos um ano de Supernatural com tanto Sam quanto Dean vivos! Eu só espero que ele morra… porque quando ele sentiu aquela dor e ficou todo debilitado, eu desejei por tudo que ele morresse de qualquer maneira, vendo que perdeu a vida sem nem antes ter conseguido concluir o último teste. Resumindo, os Portões do Inferno ainda estão abertos.
E Crowley está todo estranho preso ainda naquela armadilha. Dean está mais preocupado em salvar a vida do irmão, implorando pela ajuda de Cass. Que por sua vez foi mandado do Céu por Metraton par viver como um mortal, e está lá assistindo a chuva de Anjos. Caindo do céu, exilados, na cena mais linda que eu já vi na minha vida. Além da visão ampla do céu iluminado ser maravilhosa, ver anjos isolados caindo, brilhando e perdendo suas asas? Valeu o episódio todo! Maravilhoso… e Abbadon ainda está por aí, em algum lugar. Kevin está recebendo sinais na sede dos Homens das Letras… cliffhangers é o que não falta!

Angels. They’re falling.

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P.S.: Is this a joke?” “No, it’s the Word of God”.
P.P.S.: “So this is it? E.T. goes home”.
P.P.P.S.: Hello boys” “That’s my line”.

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