[Season Finale] One Piece: Into the Grand Line 2x08 – Deer and Loathing in Drum Kingdom
“Doctor…
the kingdom is saved”
UM AMOR
IMENSO E SINCERO POR TODOS OS CHAPÉUS DE PALHA! Com “Deer and Loathing in Drum Kingdom”, o arco do Reino de Drum chega
ao fim, bem como a segunda temporada de “One
Piece”, que recebeu o subtítulo de “Into
the Grand Line”. Antes de rumar a Alabasta e, mais do que “deixar a
Princesa Vivi lá”, ajudá-la a libertar seu reino, algumas coisas precisam ser
feitas em um reino adoecido por causa das ações de um governante mesquinho e
infantil como o Rei Wapol, e esse é um momento importantíssimo para os Chapéus
de Palha, não apenas porque eles acolhem oficialmente um novo membro do bando,
mas porque eles mostram mais uma vez o
que é ser um Chapéu de Palha. O episódio é eletrizante, repleto de ação,
com sua parcela de emoção e diversão.
“One Piece” sabe bem o que está fazendo!
O Rei Wapol
está indo para a guerra… e ele comeu uma Akuma no Mi que transformou o seu
corpo em uma espécie de fábrica. Ele
devora coisas e então as regurgita recriadas, e isso o torna muito mais
perigoso do que ele costumava ser – seu corpo se transformou em uma arma, e ele
conseguiu criar todo um exército de monstros
que estão preparados para atacar o vilarejo que Dalton deixou aos cuidados de
Zoro e Usopp. Quando a Miss All Sunday conta o que está prestes a acontecer
para Nefertari Vivi, a Princesa de Alabasta usa uma das invenções não testadas
de Usopp para escalar ela mesma a montanha até a casa da Dra. Kureha, onde os
seus amigos estão: o vilarejo em breve precisará da ajuda de todos eles. E,
assim, uma grande batalha vai se desenhando.
A primeira
reação da Dra. Kureha é decidir partir e se esconder novamente, mas não é isso
o que os Chapéus de Palha fazem… tampouco é isso o que Tony Tony Chopper
pretende fazer: ele fala sobre como eles não podem fugir porque, se vai haver
uma batalha, pessoas vão se machucar e vão precisar deles… é isso o que médicos
fazem. O sorriso de Luffy ao ouvir isso nos mostra que aquele é o momento em
que ele teve certeza de que Chopper
era um deles! Enquanto isso, Sanji tem uma das cenas mais emocionantes da
temporada conversando com Nami sobre a mãe e sobre como costumava cozinhar para
ela, e como cada refeição que prepara atualmente está preparando para ela. É
tão sincero, tão profundo e eu gosto de como a série enriquece o personagem!
Enquanto o
grupo se prepara para uma batalha no topo
da montanha que virá até eles, uma batalha já se desenrola no chão, com um
EXÉRCITO DE MONSTROS que são enfrentados pelas forças do vilarejo, lideradas
por Zoro. Dalton reaparece a tempo de ajudar, também mostrando uma nova forma – adoro o Usopp se
perguntando se “todo mundo comeu uma Akuma no Mi agora” –, e embora a ação no
vilarejo tomado pela neve seja sim um ponto alto do episódio, ela não é o foco
da narrativa. Quem também aparece no meio da batalha, embora tenha dito que se
esconderia, é a Dra. Kureha, que tem um encontro com Dalton que a faz mudar de
ideia e perceber que eles não podem cometer o mesmo erro duas vezes: o país
está doente e essa é a última chance que eles têm de salvá-lo.
No alto da
montanha, o Rei Wapol aparece para lidar com os Chapéus de Palha ele mesmo e
acabar com a Princesa de Alabasta, e eu adoro o quê de ironia delicioso dessa
sequência, com o Luffy usando o casaco de Nami e se alongando debochadamente
porque percebe com o discurso de Wapol que, mais cedo ou mais tarde, ele vai
ter que meter a porrada nele… Vivi até o enfrenta e é MARAVILHOSA, mas ela
também entende que existe momento para diplomacia e um momento em que ela pode
deixar que Luffy faça as coisas do seu jeito… e Luffy e Vivi acabam sendo uma
dupla e tanto lidando com Wapol no momento em que ele escancara aquela bocarra
gigantesca tentando devorar nosso capitão. É muito bom que Nefertari Vivi seja
cada vez mais uma deles.
Em paralelo,
é maravilhoso ver o Sanji e o Chopper lutando lado a lado e formando outra boa
dupla, com um quezinho proposital de comédia que funciona muito bem – “Alright, Chopper. Time to be monsters”
–, e o Sanji está mais lindo aqui do que jamais esteve… e olha que ele esteve
delicioso sem camisa dois episódios atrás! A ação também um quê de drama no
momento em que Wapol ameaça destruir a bandeira que pertencera ao Dr. Hiriluk e
que significa tanto para Chopper, mas Luffy a defende lindamente, e se Chopper
ainda não tinha percebido que ele é um Chapéu de Palha, naquele momento ele
percebe que esse é seu destino, que é com eles que ele quer estar… é um
trabalho em equipe impecável que derrota o Rei Wapol e, uma vez que ele é
derrotado, a batalha se encerra…
Seu
“exército de monstros” retorna ao normal no vilarejo.
Com a
batalha finalizada, o Rei Wapol destruído e o Reino de Drum salvo, os Chapéus
de Palha podem embarcar no Going Merry e partir para o seu próximo destino… e,
para fazer isso, eles convidam Chopper a se juntar a eles e ser um pirata, e
meu coração ficou apertado com aquela reninha que é a coisa mais fofa do mundo
agindo como se fosse impossível ele ser um pirata por causa de quem é, mas o
Luffy resolve isso de maneira muito simples mandando ele “calar a boca e vir
com eles”, e é incrível como essa é a forma “delicada” de Luffy de convencer o
Chopper, mas funciona, porque também é sincero… é o jeitinho deles. Gosto de como todos acabam rindo, e de como o
Chopper ri com eles e então decide que ele vai partir, vai aceitar o cargo de
“médico dos Chapéus de Palha”.
“Welcome aboard, Doctor”
Gosto demais
da cena do grupo descendo a montanha em um trenó puxado por Chopper na forma de
rena (isso é muito natalino e eu adoro!!!), e eu preciso dizer ainda mais uma
vez antes da conclusão dessas temporada: EU AMO O CHOPPER. E EU AMO TODO O
BANDO! Também é emocionante a chuva de flores de cerejeira como a ideia do Dr.
Hiriluk para “curar o país”, missão que foi completada pela Dra. Kureha com a
ajuda de Dalton, e de como aquele é um momento sensível e emocionante. O choro
de Chopper me desespera levemente, porque eu já descobri que detesto vê-lo
sofrer, mas também é lindo demais como o Zoro o pega nos braços, o coloca sobre
o ombro e como isso o acalma… Chopper encontrou um grupo de amigos e, mais do
que isso, uma família.
É tão
gostoso ver os Chapéus de Palha sendo bobos e se divertindo a bordo do Going
Merry, e Vivi diz que “vai sentir falta disso”, mas eles não vão se separar tão
cedo… nunca esteve nos planos deles “deixar Vivi em Alabasta e seguir em busca
do One Piece”: primeiro, eles vão terminar a missão junto com ela. Como diz a
Nami, esse é o jeitinho deles. O fim
do episódio traz acenos interessantes para o futuro da adaptação… nomeia Miss
All Sunday como “Nico Robin” e nos apresenta ao Sir Crocodile; dá início à
Operação Utopia; traz o Capitão Smoker e Tashigi interceptando uma ligação com
Mr. 0 que acontecera em Little Garden; e todos os caminhos apontam para
Alabasta. Rumamos para uma das sagas mais famosas de “One Piece”, e estou ansioso para isso!
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