One Piece: Into the Grand Line 2x07 – Reindeer Shames
“I’ve had a
marvelous life. Thank you, Chopper”
TONY TONY CHOPPER. “Reindeer Shames” é o sétimo episódio
da segunda temporada de “One Piece”,
intitulada “Into the Grand Line”, e
eu não estava emocionalmente preparado para ele, mas É O MELHOR EPISÓDIO DA
SÉRIE ATÉ O MOMENTO. No fim do episódio passado, conhecemos Tony Tony Chopper,
a reninha mais fofa desse mundo que parecia uma espécie de ajudante e aprendiz
da Dra. Kureha, a única médica do Reino de Drum, que vivia no topo de uma
montanha e era a única esperança de Nami, e esse episódio nos conta mais sobre
Chopper. É mais do que absurdamente fofo, embora amar Chopper de imediato seja
inevitável (!), porque também é sensível e profundamente emocional. Eu chorei,
eu sofri e eu sorri enquanto assistia a esse episódio!
A Dra.
Kureha compartilha com Luffy, Sanji e Nami a história do pequeno Chopper, que
começa lá na Grande Caça aos Médicos do Reino de Drum, quando ela mesma e o Dr.
Hiriluk eram os únicos médicos do reino que ainda não tinham sido capturados ou
mortos por ordem do Rei Wapol. O Dr. Hiriluk é, mais do que um médico, um
cientista e um experimentador, e é ele quem encontra e salva Chopper. Uma coisa
precisa ser entendida: o Chopper é a coisa mais fofa que existe nesse mundo.
Pronto. É isso. Além de ser absolutamente fofo com seus olhinhos e seus
dentinhos, ele também tem um coração imenso, uma vontade de ajudar. Toda vez
que ele estava em cena, eu estava pensando em quanto ele é fofo… quando eu não estava, sabe, chorando.
Porque a
série fez com que amássemos o Chopper tão depressa e ele é tão absurdamente
precioso que vê-lo sofrer é angustiante, é triste, e a série brinca com a
fofura e com a tristeza em um episódio que se torna emotivo e melancólico,
apesar de fofo. Quando ele se repreende por automaticamente responder ao “Boa
tarde” do Hiriluk ao despertar, por exemplo, ele explica que das outras vezes que falou com humanos, eles
atiraram nele… o Dr. Hiriluk o acha fantástico, no entanto, e fala sobre
como a humanidade pode ser cruel. Não apenas a humanidade, no entanto… ele
também não ter família porque as outras
renas o rejeitaram por ele ter nariz azul. Ele é diferente das outras
renas, e Hiriluk percebe que ele deve ter comido uma Akuma no Mi.
E é ele quem
o nomeia… Tony Tony Chopper.
Chopper
passou o ano seguinte com o Dr. Hiriluk, observando, aprendendo… gosto muito da
cena da explosão de uma substância roxa que acaba se convertendo na primeira
briga deles, e então Hiriluk lhe dá de presente o seu tradicional e imenso
chapéu vermelho como “uma oferta de paz”, e o que já era fofo se torna ainda mais fofo. O “Obrigado” do Chopper
é a coisa mais fofa desse mundo e eu sei que estou dizendo isso bastante, mas é
que eu realmente não sei lidar com tamanha fofura! Também é o Hiriluk quem
explica o significado da bandeira que ele tem pendurada na casa e o que é um
pirata, e ele fala sobre como o destino de Chopper não está ali, mas além do
mar, vivendo aventuras e conhecendo o mundo. Mas esse ano de coisas boas chega ao fim.
O Dr.
Hiriluk está doente demais, e ele conhece o filho bem o suficiente para saber
que ele não está preparado para vê-lo morrer na sua frente. Então, sem contar a
verdade, ele tenta afastar o Chopper, tenta mandá-lo embora dizendo que ele
está inteiramente recuperado e não precisa mais continuar ali, e o Chopper
chora e implora para que ele não o mande embora, porque ele não tem nenhum
outro amigo nem para onde ir, e eu sofri por ambos. Ver a inocência de Chopper
chorando desesperadamente é angustiante, e ver o Dr. Hiriluk sofrendo do outro
lado da porta e pedindo desculpas baixinho também… nesse momento, eu já estava
destruído, e os Chapéus de Palha, ouvindo a história pela Dra. Kureha,
representam nossas reações com lágrimas.
Depois de
expulsar Chopper, o Dr. Hiriluk pediu a ajuda de Kureha, a única outra médica
no Reino de Drum, mas ela diz que não há nada que possa ser feito: ele vai morrer. Então, Hiriluk trabalha
em seus projetos e em sua busca para “curar o reino” intensamente nos seus
últimos dias de vida, até que Chopper aparece novamente à sua porta… o episódio
apertou meu coração e me levou às lágrimas e, mesmo agora, a lembrança da cena
parece colocar um nó na minha garganta. A maneira como o Chopper está todo
machucado depois de ter ido até o Vale da Morte em busca do cogumelo que “cura
tudo” da lenda que se conta na vila me destrói – tudo porque ele ama o Dr.
Hiriluk demais e quer que ele fique bem. Aquele “Live, Doctor. Please” dele…
Eu realmente
sinto que eu não tinha emocional para esse episódio.
Dói ver o
Chopper todo machucado, dói notar o amor que ele sente por Hiriluk e a
esperança de que ele o curou quando não existe cura para a doença dele,
tampouco um cogumelo capaz de curar tudo… quando o Dr. Hiriluk se diz bem e sai
em uma “missão” e Chopper recebe a visita da Dra. Kureha, ele descobre o que
acabara de acontecer: Hiriluk ensinara a ele que a caveira na bandeira de
pirata era um símbolo de que tudo era possível, e ele achou que a caveira desenhada
na página do livro sobre o cogumelo que ele encontrara era um bom sinal, quando
só quer dizer que é um cogumelo venenoso…
o Dr. Hiriluk sabia disso quando tomou a sopa preparada por Chopper, mas não
quis dizer nada – e agora planeja tornar o Reino de Drum seu túmulo.
O Dr.
Hiriluk sempre foi amoroso e carinhoso com Chopper; a Dra. Kureha não tinha
essa relação com ele, e ela foi bruta e sincera. Chorando ao saber da verdade,
Chopper corre atrás do pai, transformando-se no meio do caminho, enquanto Hiriluk
tem seu último ato enfrentando o Rei Wapol e, quem sabe, fazendo uma diferença
pequena, mas alguma diferença… na promessa de resgate aos amigos médicos, no
impacto sobre Dalton… e quando ele diz “Em
pouco tempo, vocês vão receber a visita de um monstro. Por favor, não o
machuque. Ele é meu filho”, eu chorei. Wapol ordena o assassinato do “filho
do monstro”, e é Dalton quem o recebe do lado de fora do palácio, mas não com a
intenção de matá-lo, mas de pedir que ele parta…
O grito tão
sincero e tão repleto de dor de Chopper ao ver a cartola do Dr. Hiriluk
flutuando até chegar ao chão nos atinge em cheio, e então ele se transforma em
uma versão grande e estranha de si mesmo que me fez pensar no Grinch, e Dalton
pede que ele vá embora e viva, porque é isso o que o seu pai ia querer… então,
ele retorna para casa jurando para si mesmo que vai se tornar um médico, e pede
que a Dra. Kureha lhe ensine tudo o que sabe. Ele é fofo e precioso demais, e o
episódio é forte, triste e lindo. Sabendo de toda a história, Luffy pendura a
bandeira do Dr. Hiriluk, aquela que Chopper mantinha guardada e escondida, e
quando Chopper se surpreende com os braços se esticando, Luffy diz que “é um
monstro também”. E essa parece a coisa mais bonita que ele poderia dizer.
“Isn’t it great?”
A conexão
entre eles, a familiaridade, o acolhimento… episódio PERFEITO.
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