Contrast – Ep. 02: He Was Always the One Who Stood Out So Vividly
“I want to
play soccer. Seriously”
Com um ritmo
calmo e um tom intimista, “Contrast”
é uma obra singela, que pode ou não conter surpresas futuras… no momento, estou
aproveitando essa construção bonita de uma relação que se baseia em um encontro
profundo. Kanata e Akira são opostos em muitas coisas, embora coincidam em
outras, mas eles encontram um no outro um “lugar” onde se sentem seguros. A aproximação foi tão natural
para ambos que é quase como se eles se
conhecessem de toda a vida, e isso começa a ser notado por pessoas
próximas, como Mizuki, uma amiga de Kanata a quem a proximidade dos meninos
chama a atenção, e ela resolve ir conversar com Akira…
Mizuki se
aproxima de Akira mais de uma vez. Em uma das vezes, ela conta sobre o que
acontecera e por que Kanata deixara de
jogar futebol, e fala sobre como ela se sente culpada por isso, uma vez que
ele caiu e machucou o tornozelo ao tentar ajudá-la… o afastamento do futebol,
que era algo de que ele gostava, acaba sendo algo que pesa sobre Kanata, e ele
e Akira têm uma conversa sincera e bonita sobre isso no terraço da escola, que
passa a ser o lugar onde eles se encontram para almoçar, conversar ou ouvir
música juntos… eu gosto da conexão e da sinceridade das conversas, gosto de
como o Kanata se sente à vontade para
falar com Akira.
Esse é o
conceito desse segundo episódio, bem como a ironia que rege a reviravolta do
final e que deve definir os próximos… Kanata se abre sobre os medos que sente,
sobre a vontade que esconde de voltar a jogar futebol, e agradece. A relação
deles é bonita, delicada, e eu gosto de detalhes como o Kanata se sentindo à
vontade para apoiar a cabeça no ombro de Akira. Mais tarde, Mizuki fala sobre
como o Kanata não costuma se abrir sobre coisas sérias com ela e com os demais
amigos, mas ele se sentiu à vontade para falar com o Akira, porque reconheceu
nele esse lugar seguro e especial. É a comprovação de que o que eles estão
construindo é uma coisa real.
Akira, no
entanto, ainda não se abriu da mesma maneira… ele notou Kanata há muito tempo,
porque sempre achou que ele “se destacava” entre os demais, e ele gosta dessa
proximidade, mas ele mesmo fala sobre como “o
Akira que o Kanata conhece não é quem ele é de verdade”. Ainda não
exploramos a profundidade dessa declaração, mas o vemos pedir a Mizuki que não
conte nada a Kanata sobre o “tutor” com o qual ela o vira, e que na verdade não
é mesmo o seu tutor. Gosto da promessa de “Contrast”
de que a história não é tão plana e tão óbvia assim, e estou curioso para ver
como será desenvolvido isso. Quero conhecer mais sobre o Akira!
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