The Beauty 1x05 – Beautiful Billionaires
“Once I
learned beauty is the answer to nothing, I became the happiest I’ve ever been”
O MEU
EPISÓDIO FAVORITO ATÉ AGORA! Exibido em 04 de fevereiro de 2026, “Beautiful Billionaires” é o quinto
episódio de “The Beauty”, e embora
ele comece dando sequência àquela cena na qual a “nova” Jordan bateu na porta
de Cooper, e tenha uma ótima sequência ali, ele se demora, depois, em
acontecimentos de três anos antes, quando Byron Forst se tornou o homem que
conhecemos agora como a “Corporação”, a pessoa por trás de todos os
assassinatos que são encomendados a Antonio e, agora, a Jeremy. Com ação, com a
crítica à indústria da beleza apresentada com um tom delicioso de sátira e bons
ganchos para as próximas semanas, fico feliz com o que a série está entregando
e com o fato de eu parecer mais empolgado
a cada semana que vejo.
Enquanto
Cooper está tentando entender como aquela mulher aparentemente desconhecida na
sua frente pode ser a Jordan – embora uma única fala dela o faça ter certeza de
que, de alguma maneira, ainda é ela mesma –, Jeremy e o Assassino estão
torturando um homem chamado Nate… alguém que “não era bonito assim dois meses
antes”: eles querem saber como foi que ele conseguiu o vírus e quem foram as
pessoas para quem ele passou, transando por aí sem camisinha como na noite
anterior, em um clube de sexo no qual ele deve ter infectado várias pessoas. A dinâmica de
assassinato que é liderada por Antonio já ficou clara, mas segue entregando
boas sequências dentro da proposta da série, e ele acaba de receber uma ligação
com outra missão…
As cenas de
Cooper com Jordan são algumas das melhores do episódio! O diálogo é muito bom,
e tem muita força em tudo o que Jordan fala: sobre como ela se sentiu quando se
viu como essa “nova pessoa”, como gostou de como foi vista, notada e tratada em
um primeiro momento, até que passassem a vê-la como apenas um objeto e, então,
tudo o que ela gostou inicialmente foi substituído por algo que mistura culpa e
vergonha por ela ter gostado em um primeiro momento, e então ela passou a
detestar quem ela era e quem se tornou… Cooper escuta tudo e fala sobre como
ela sempre foi perfeita e como continua sendo… só diferente. E, agora, ele tem um motivo a mais para “resolver”
esse caso: eles precisam descobrir como impedi-la de explodir dentro de sabe-se
lá quanto tempo.
E ninguém
pode saber dela, ou a tratarão como um experimento…
Então,
retornamos. TRÊS ANOS ANTES, o vírus ainda não tinha “escapado” e ainda não
estava se espalhando de maneira clandestina através do sexo… ainda era um
experimento de laboratório, razoavelmente controlado e vendido a bilionários
que queriam algo próximo à imortalidade. Eu gosto desse cenário, acho que tem
muito a se explorar ali. Conhecemos Byron Forst em sua “forma original”, por
assim dizer, casado com alguém que ele detesta, mas de quem não pode se separar
porque ambos têm dinheiro demais e não querem abrir mão de nada, e um filho que
está internado há 3 semanas em algum lugar caríssimo. O diálogo na mesa de
jantar é ácido e propositalmente desconfortável,
e uma boa apresentação dessa faceta de um mesmo tema.
Byron Forst,
de 63 anos, é o homem “mais rico da porra do planeta”, e ele não é o único
bilionário prestes a passar por um procedimento transformador… temos Waylen Lemming, de 45 anos, Ronan Wylde, de
61, Kitty Munson, de 70 e Axel Zufo, de 74. Todos aguardam o que foi prometido
como “uma transformação milagrosa”, quiçá secretamente duvidando dela, embora
torçam para que seja real e se perguntem como eles vão explicar ao mundo como
subitamente parecem tão diferentes,
caso funcione de veerdade. O Projeto Manhattan de Longevidade e Estética,
responsável pela criação de “The Beauty”, é apresentado por Ray, a mente que
tornou isso possível e garante a
perfeição estética em todos os sentidos possíveis com uma única dose injetável…
Os cinco
bilionários são colocados em uma sala controlada, recebem a injeção de The
Beauty e passam pelo processo que já nos é familiar. Gosto do excesso e da
estranheza, que combinam com a premissa da série, e os gritos e sons de corpos
se “refazendo” são eventualmente substituídos pelo silêncio quando eles estão
dentro de um casulo, do qual emergirão novos.
Há um quê de “nascimento” na saída nojenta do casulo, há a curiosidade e o
fascínio graças à beleza tão desejada e agora alcançada, e gosto do detalhe dos
espelhos descendo, um para cada, para que eles possam se ver… e, então, Byron mata os outros quatro bilionários,
como planejara fazer desde o início, e leva o Dr. Ray com ele: ele precisará dele
para continuar produzindo a droga que seguirá usando e, quem sabe, vendendo.
É um
episódio de tirar o fôlego!
Para mais
postagens de “The Beauty”, clique aqui.

Comentários
Postar um comentário