A Knight of the Seven Kingdoms (O Cavaleiro dos Sete Reinos) 1x04 – Seven

“I will take Sir Duncan’s side”

ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO. “O Cavaleiro dos Sete Reinos” é uma deliciosa e grata surpresa desse início de 2026 e, a cada episódio, eu estou mais encantado com a série… exibido em 06 de fevereiro de 2026, “Seven” é o quarto episódio da primeira temporada da série e traz Duncan e Egg em uma posição na qual nunca estiveram antes, porque Dunk descobre que Egg não é um garoto qualquer que ele conheceu em uma estalagem e acabara se tornando seu escudeiro, mas o Príncipe Aegon Targaryen, que estava “desaparecido” há pouco tempo – toda a dinâmica precisa ser repensada com a revelação, mas o sentimento de Egg por Dunk e a sua lealdade seguem intactos, nos entregando cenas bonitas no episódio mais emotivo e mais sincero da série até aqui.

Depois de “atacar” o perverso Aerion Targaryen para defender Tanselle, Duncan acabou preso, e é em sua cela que ele tem uma conversa com Egg sobre como “ele mentira para ele”. Os olhos de Egg/Aegon, no entanto, não mentem agora, como não mentiram antes: cheios de lágrimas e preocupação sincera com Duncan, Aegon conta sobre como ele deveria ser escudeiro do seu irmão mais velho, Daeron Targaryen, mas Daeron não queria saber de colocar seu nome nas listas, e ele queria muito ser escudeiro de alguém… por isso ele fez o que tinha que ser feito e se tornou escudeiro de Sir Duncan o Alto. Ele de fato não é como o Targaryen mais cruel vivo atualmente, e ele não se importaria nem um pouco se Aerion morresse… quiçá isso ainda possa acontecer.

Baelor Targaryen, o tio de Egg que o fizera ir falar com Duncan porque achava que “ele precisava se desculpar”, quer ver Duncan depois que ele terminar de comer, e é ele quem explica toda a situação difícil na qual ele se encontra… com o sumiço de Aegon, que estava sob a responsabilidade de Daeron, o príncipe mentira que ele tinha sido roubado por um ladrão e o garoto tinha sido sequestrado – e agora Duncan é acusado de ser esse ladrão e sequestrador. O caso de Tanselle é igualmente difícil, porque ela será acusada de traição depois que Aerion terminar de deturpar toda a história para matá-la por ter ousado fazer um show de marionetes no qual um dragão era morto, o símbolo de sua casa. E talvez só haja uma maneira de Duncan fugir de um julgamento injusto…

Julgamento por combate.

Então, Duncan segue o conselho de Baelor e convoca um julgamento por combate contra Aerion, e Aerion evoca algo ainda mais antigo e improvável que é o “Julgamento dos Sete”: lutarão sete contra sete, e se Duncan não encontrar outros seis homens para lutarem ao seu lado, então ele será automaticamente declarado culpado… ele precisa encontrar seis cavaleiros dispostos a aceitar a sua causa, e Steffon garante estar ao seu lado e se compromete em trazer essas pessoas. Enquanto Steffon tenta recrutar homens, Egg retorna para o lado de Duncan, tendo fugido de casa novamente, para cumprir a sua obrigação como escudeiro – e ele traz com ele um parcialmente arrependido Daeron Targaryen, culpado por parte de toda a desgraça de Duncan…

Gosto muitíssimo da cena na qual Duncan pega o seu novo escudo, terminado por Tanselle e encorpado e restaurado com a ajuda de outras pessoas que parecem também confiar nele. O “novo” escudo, que não tem apenas um novo símbolo, mas novas bordas, se tornara mais pesado e mais forte, e é um símbolo fortíssimo para tudo o que está acontecendo também a Duncan, porque ele vem se transformando em cada episódio desde que chegara a Vaufreixo… ou desde a morte de Sir Arlan… ou durante toda a sua vida. É com o escudo novo e com apenas outros cinco homens que ele parte para o Julgamento dos Sete, e tudo aqui é grandioso e impactante: as cores da cena, a neblina deixando tudo ainda mais sombrio, a trilha sonora intensa…

Cinematográfico!

Aqui, Steffon anuncia sua traição: ele vai lutar ao lado de Aerion e o lado acusador, o que quer dizer que Duncan não precisa de apenas mais uma pessoa, mas de mais duas, e então Raymun se ajoelha perante Sir Duncan e pede que ele o arme cavaleiro, e então ele assumirá o espaço deixado por seu primo. No fim, é Lyonel Baratheon quem arma Raymun cavaleiro, enquanto Duncan faz um discurso inspirado sobre o que é ser um cavaleiro de verdade para as pessoas de Westeros que está presente, e questiona se não há mais cavaleiros naquele lugar. Ninguém parece disposto a assumir o lado de um Cavaleiro Andante “qualquer” contra a poderosa Casa Targaryen, no entanto. E se Duncan não conseguir mais uma pessoa, ele é automaticamente declarado culpado…

O final do episódio é ARREBATADOR. Percebi o quanto eu estava prendendo a respiração durante a maior parte do tempo! O discurso de Duncan é excelente, a cena consegue um nível de emoção altíssimo em paralelo ao Sir Lyonel armando Raymun, e o momento épico de Duncan é estragado pelo deboche de alguém que se levanta apenas com esse propósito, até que alguém de fato assuma o seu lado… e não é qualquer “alguém”, mas UM TARGARYEN. É uma entrada épica a de Baelor tomando o lado de Duncan e anunciando que lutará por ele, e eles não poderiam ter pedido por um melhor sétimo membro para o Julgamento dos Sete. Quando o episódio termina, eu me encontro extasiado, mas também inconformado porque eu queria ver mais

O próximo episódio promete!

Que série!

 

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