Isekai Office Worker: The Other World’s Books Depend on the Bean Counter 1x04 – I Punished Them

Ataque e punição.

Exibido em 27 de janeiro de 2026, “I Punished Them” é o quarto episódio de “Isekai Office Worker: The Other World’s Books Depend on the Bean Counter”, e fica claro de uma vez por todas que Kondo Seiichiro fez inimigos no mundo para o qual foi por acaso ao tentar salvar a Santa que estava sendo “convocada” para lidar com o problema do miasma na Floresta Má, um problema cíclico que assola aquele mundo a cada 100 anos. Kondo tem chamado a atenção por ter conseguido um emprego importante no Palácio Real e por estar responsável, agora, pela aprovação ou não de orçamentos – e ele tem questionado os gastos, possivelmente expondo todo um problema muito maior que pessoas poderosas não querem que seja exposto, e eles se perguntam “quem ele acha que é”.

Kondo é espancado violentamente, e quem o encontra e o leva até a enfermaria é o próprio Chanceler, que talvez não seja um vilão, no fim das contas – embora eu ainda não consiga “colocar a minha mão no fogo por ele”, porque pode ser tudo parte de uma encenação para que confiemos nele, e para que Kondo e Indrak confiem. De todo modo, o Chanceler é quem leva Kondo até o hospital e pede que ele seja curado imediatamente, mas o médico sabe que ele está proibido de fazer qualquer coisa, porque quem está responsável pelo tratamento de Kondo é o próprio Indrak Aresh. Agora, o médico se vê em um dilema: não curar Kondo e deixar que o Chanceler acredite que ele é parte do grupo que o detesta, ou o curar e correr o risco de enfurecer o Comandante.

Felizmente, Indrak Aresh aparece a tempo e o médico escapa de ter que tomar uma decisão… Indrak assumiu para si a responsabilidade de cuidar de Kondo, e é à mana dele que o corpo de Kondo está se adaptando desde que chegara a esse novo mundo, então até que faz sentido. Ainda não sei bem o que penso sobre tudo isso de “transar para que o corpo se acostume à magia” e tudo o mais, porque parece meio forçado, e é toda uma questão fria que, até o momento, não envolve nenhum tipo de romance… embora o Comandante esteja apaixonado por Kondo e já tenha consciência disso. Kondo, por outro lado, apenas age de maneira agradecida e resolve pagar pelo seu tratamento, enquanto se sente culpado por “ser um incômodo” para ele.

O ataque a Kondo acaba trazendo algumas mudanças importantes para a maneira como ele é tratado no Palácio Real… ele se lembra de pouco do que aconteceu desde que foi pego, mas ele se lembra das vozes que o atacaram e sabe identificá-las, e o Comandante Indrak está deveras determinado a punir essas pessoas, assim como o próprio Chanceler parece querer passar a mensagem correta. Com um monte de dedos apontados e conclusões importantes, punições são definidas imediatamente, e Kondo fica feliz com as decisões, porque acredita que a suspensão breve mostrará a todos que aconteceu algo de errado, o dinheiro que eles pagarão servirá para cobrir falhas no tesouro real, e toda a punição mostrará que ele, Kondo, está sob a proteção real.

Talvez pensem duas vezes antes de mexer com ele novamente.

Por fim, Kondo volta ao trabalho… afinal de contas, é isso o que ele adora fazer. Com a expedição para a Floresta Má marcada para dali a seis dias, ele precisa recalcular os danos causados pelo miasma e reavaliar os custos da expedição, e se surpreende com a notícia de que o Palácio Real está organizando um grande banquete dali a três dias – parece estranho uma “celebração” antes mesmo de eles fazerem qualquer coisa, mas ele acaba por entender que o intuito é fortalecer a moral e recrutar pessoas ou qualquer coisa assim. Ele se preocupa com a questão do tesouro nacional, porque as finanças do país de fato não estão boas, mas não há nada que ele possa fazer… e todos parecem empolgadíssimos com o evento prestes a acontecer. Ele tem que entrar na dança!

 

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