Margarita (3ª Temporada, 2026) – Na Toca do Lobo
O resgate de Daisy.
Margarita e
Merlín protagonizaram um protesto em frente à Embaixada de Krikoragán ao som de
“MEMÓRIA”, e agora Mar está prestes a entrar na toca do lobo… uma vez que a música termina com gritos de
“Liberdade!”, os portões se abrem revelando ninguém menos do que o falso Andrés
Florencio Calderón de la Hoya – um títere dos Pietro que foi treinado para
seduzir e enganar. Frente à possibilidade de conhecer o último trigêmeo,
Margarita parece levemente encantada por suas palavras e pelo convite que ele
faz para que entre e conversem, e embora Merlín não queira que Mar dê ouvidos a
nada do que ele tem a dizer, ele entra com ela por saber que não poderá
impedi-la.
Toda a cena
do Falso Andrés é muito bem ensaiada.
Nós, enquanto audiência, já temos a confirmação de que ele não é mesmo filho de
Flor e Máximo, porque o verdadeiro último trigêmeo está em um ônibus em busca
de Daisy ao lado do irmão que não sabe que é seu irmão, mas Margarita ainda não
tem essa confirmação – e o Falso Andrés está versado na história que ele
precisa contar… ele a aprendeu direitinho. Posso até não gostar do Merlín, e eu
não gosto, mas o seu ceticismo aqui é justificado e, mais do que isso: necessário. Mar termina convidando o
Falso Andrés para ir até Reina… e eu adoro as expressões dela e do Fach quando
ela conta ao irmão!
Fach, por
sua vez, está compartilhando momentos que virão a ser muito importantes com
Torino, e eu gosto DEMAIS disso. Toda a sequência dos dois forçados a se
sentarem juntos no ônibus é muito boa, porque eles têm essa implicância um com
o outro, mas que vem mais de eles não se conhecerem e serem absurdamente
diferentes do que qualquer outra coisa, e isso vai se transformando. Gosto
muito de como o Fach se solta enquanto Torino está cantando, por exemplo,
embora ele sempre volte atrás quando se dá conta de que está se deixando levar,
e de como o Torino se emociona quando Fach canta uma música que ele escrevera
com a história dos pais…
Mesmo depois
de descerem do ônibus, confinados a uma mesma missão, os dois vão aos poucos se
conhecendo. Fach pergunta a Torino sobre Daisy, se ele a ama, e Torino fala
sobre como nunca se apaixonou antes e sobre como eles têm coisas em comum… ele
conta que é adotado e também está em busca de informações de sua família.
Agora, os dois encontram a casa para onde Daisy foi em busca de informações de
sua suposta mãe, Cecilia, e um vizinho conta o que aconteceu à mulher e o que
dissera à garota que também apareceu buscando por ela, e Fach e Torino a
encontram no cemitério em uma cena triste, mas também muito, muito bonita e
emotiva. Cecilia morreu muito jovem, sem família e sem amigos, e era a única
esperança que Daisy tinha de saber mais da sua história.
O momento é
importante para que Daisy comece a trilhar o caminho de volta para a garota que
ela sempre foi, não a consumida pelo ressentimento das últimas semanas. Ela
aceita a companhia e a ajuda de Fach sem transformar isso em uma briga e,
embora sem se aproximar dele de verdade, esse é um passo importante. No retorno
para casa, Daisy pede que Fach e Torino se sentem juntos e agradece aos dois e,
ao fazê-lo, podemos ver que ela o faz com sinceridade, o que completa toda a
trama de maneira muito bonita. Agora, a história pode seguir em frente, e
Torino está prestes a fazer uma descoberta muito importante sobre seu passado e
sua família…
Ele
é Andrés Florencio Calderón de la Hoya.
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