American Horror Story 13x04 – Is That All There Is?

13 almas.

Há um ritual acontecendo sob o Apollyon, comandado em parte por Fräulein Elsa Mars em homenagem ao Sr. Nas, o Senhor das Trevas, enquanto treze almas são jogadas através da Boca do Inferno – uma mistura de “Freak Show” e “Apocalypse” que funciona muito bem em temática e visual. Exibido originalmente em 01 de outubro de 2026, “Is That All There Is?” é o quarto episódio da 13ª temporada de “American Horror Story”, e o primeiro do segundo trio de episódios, que foram divididos em: um episódio para o ritual sob o Apollyon; um episódio para Ben DeSoto; e um episódio para o retorno da Devil’s Night de “Hotel” e as bruxas de “Coven”.

O episódio começa nos trazendo Ben despertando razoavelmente atordoado e encontrando o Sr. Nas enquanto um líquido preto escorre de sua boca e é coletado em um cálice. Um cálice do qual ele será forçado a tomar. Há algo de perfeitamente macabro e nosferático na maneira como o Sr. Nas estende a mão e faz com que Ben flutue até ele sobre a mesa que os separa, e depois que ele faz Ben beber do cálice, ele o coloca para dormir novamente. Por um momento, durante isso tudo, o Sr. Nas apresenta uma nova aparência: jovem, bonito, sedutor. Alguma coisa está prestes a acontecer a Ben DeSoto e, quando ele desperta mais tarde, ele está bastante confuso.

Enquanto isso, muitos andares abaixo, Elsa Mars canta enquanto seus companheiros do Freak Show tocam. Eu gosto muito do visual, da música, do tom quase psicodélico, do excesso de cores quentes das quais Elsa destoa em seu blazer azul bebê, a atmosfera de “Freak Show” trazida de volta alinhada, agora, com “Apocalypse”. O Sr. Nas, O SENHOR DAS TREVAS, é anunciado como o anfitrião daquela noite, e pessoas começam a se reunir para o que quer que esteja por vir enquanto a Boca do Inferno é aberta no meio do recinto. Dentre eles, Tate Langdon, usando a sua roupa de couro preto, e Ms. Wilhemina Venable, regozijando-se com tudo.

Segue-se um “desfile” das “13 garotas más favoritas do Sr. Nas”, trazidas de volta para serem jogadas na Boca do Inferno, suas almas ofertadas ao Diabo. Dentre elas, personagens de “American Horror Story” e representações de pessoas reais: Sally Hipodérmica; Eva Braun; Wallis Simpson; Ayn Rand; Brigitte Bardot; Catarina, a Grande; Mamie Eisenhower; Elena Ceaușescu; Jezebel; Karen Tuberculosa; Margaret Thatcher; Elizabeth Short, a Dália Negra; e quando falta uma 13ª alma a ser jogada, a própria Wilhemina Venable se entrega. São 13 almas entregues ao Inferno e, curiosamente, quatro dessas almas são interpretadas por Sarah Paulson.

Uma conversa entre Constance e o Sr. Phibes encerra o episódio trazendo informações que ajudam a dar sentido a tudo o que temos assistido desde o início de “American Horror Story: 13”. Há um diálogo interessante sobre o número 13 e sua representação do caos e instabilidade, substituindo o 12 que era considerado o “número perfeito” – doze meses no ano, doze horas no dia, doze signos no zodíaco. Em seu diálogo, se não havia ficado suficientemente claro ainda, eles falam sobre o Sr. Nas ser o mais belo anjo caído, o próprio Lúcifer que está se preparando para retornar… e, na noite anterior, ele “deixou seu filho beber de seu cálice”.

Ben deve ser o novo Anticristo?

Constance também conta sobre quando foi chamada por Lúcifer/Sr. Nas e aceitou o convite. Sua história mescla narração e flashback e a mostra encontrando aquela versão do Sr. Nas jovem, bonita, cheia de vitalidade, o anjo caído mais lindo… é sedutor e envolvente, e ela fez um pacto com ele. Constance estava disposta a assinar o que ele queria e selar o trato com um beijo, e o seu preso era ser mãe novamente… dessa vez, ela “queria fazer as coisas do jeito certo”. É aí que ela recebe de volta Tate e Adelaide, e é por isso que os vimos com Constance Langdon no 13º andar do Apollyon. Agora, Constance é uma parte importante do plano em andamento.

 

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