Sou Luna: De Volta à Pista (Soy Luna: Volver a Rodar) – Ep. 10: A Grande Luna Valente

“Las segundas partes nunca son buena idea”

Luna Valente tinha saído vencedora da semifinal da I Copa Legado Benson, com uma nota de 9.5 que garantiu a vaga da Equipe Jam & Roller na final… agora, no entanto, o resultado está sendo reavaliado e Delfina, como treinadora e representante da equipe, é chamada pela Federação para uma reunião – existe um vídeo supostamente de Luna ensaiando os passos do duelo da etapa, que deveria ser segredo até o momento da competição, e embora não se possa realmente provar que é a Luna no vídeo e o Matteo e o Simón falem sobre como claramente o vídeo foi modificado com Inteligência Artificial, o boato já está na internet e todo mundo está apontando dedos…

A equipe segue na competição, mas com uma nota inferior.

E precisarão de um milagre para vencer.

Luna, por sua vez, está se sentindo arrasada. Ela sabe que não sabia quais seriam os passos da semifinal, mas com todo mundo a julgando e falando mal dela, ela se sente mais ou menos como se sentiu dois anos antes, no acidente… e a sensação é horrível. Costumo reclamar muito de “Soy Luna: Volver a Rodar” e questiono sua existência, é verdade, mas o sentimento de Luna aqui é sincero e a sua cena com Delfi é muito bonita e, quiçá, uma das minhas favoritas na temporada inteira… gosto de como Delfi a acolhe e de como a leva de volta à pista em uma versão mais lenta de “Valiente”, o que resulta em uma cena ótima e que representa bem a amizade delas.

Gostei bastante.

Mas sim… meus elogios meio que param por aí.

PAPA é uma coisa que me irrita profundamente… como eu já disse antes, eu sei que é para ser exagerada e caricaturada, mas eles não fazem isso de uma forma que consiga ser engraçada. E agora se tornou o cenário para discussões entre “Matías” e “Timón”, e eu descobri que eu não tenho paciência para esse drama todo do Simón em pleno 2026. Ele já tinha que ter superado isso sozinho ou, sei lá, tratado na terapia. E eu acho meio irônico (proposital?) que ele diga para Matteo que “as segundas partes nunca são uma boa ideia”, se referindo ao possível retorno de Luna e Matteo, quando isso se encaixa tão maravilhosamente bem na coisa toda do retorno de “Soy Luna”.

Falando em PAPA, Nina segue exigindo o mínimo, que é o seu reconhecimento como escritora, dias de folga e um salário decente – coisas que Penélope segue negando. É uma parte bem pequenina da trama e não é levada verdadeiramente a sério, mas posso dizer que eu gostei de ver Nina se impondo dessa maneira… quer dizer, é o mínimo que eu espero dela para que eu possa sentir um quê de orgulho, né? Gosto da sua seriedade, e gosto de como ela não titubeia quando Penélope tenta enrolá-la, e fala sobre como nessas condições, ela não continua escrevendo… exatamente como deveria fazer. A sua história com Gastón, por ora, segue em pausa…

Por fim, temos uma virada sobre a qual ainda não tomei nenhuma decisão – me reservo o direito de emitir opiniões mais tarde. Mas encucada com toda a coisa sobre como Azul/Valeria Franco a odeia ardentemente, Luna tenta ir atrás de respostas, e é assim que ela procura Sharon Benson, que não sabe nada sobre uma garota chamada “Azul”, mas reage ao nome “Valeria Franco”. Inicialmente, ela não conta nada, mas eventualmente procura por Luna no Jam & Roller para contar o que sabe: Valeria a procurou há algum tempo dizendo que ela era filha de Bernie, o pai biológico de Luna… se isso for verdade, então as duas podem ser irmãs. Agora, ela precisa decidir como lidar com essa informação.

 

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