American Horror Story 13x02 – 1:13 AM
“To live is
to suffer”
Ben DeSoto
está trabalhando no 13º andar do The Apollyon, como cuidador de um homem
chamado Sr. Nas – e tudo é embebido de estranheza
como “American Horror Story” exige.
No fim do episódio anterior, Ben deu um banho
de esponja no Sr. Nas seguindo as orientações de Constance Langdon, e ele
foi surpreendido com o homem perto dele durante a noite, depois de ter
acreditado que sua locomoção era limitada. O segundo banho de esponja, que está nesse segundo episódio, é ainda
mais estranho do que o primeiro: os
chifres saindo da cabeça, as partes pontudas quase se projetando das costas,
alguma coisa desconhecida se movendo com agilidade sob a água…
Posso estar
sendo amplamente influenciado pelo fato de que eu me apaixonei pelo Ben e eu
passo o episódio todo babando por ele? Posso. Ainda assim, eu gosto muito de acompanhá-lo
conforme ele nos conduz pelo misticismo do número 13, amparado pelo incômodo
causado por sua triscaidecafobia, e a estranheza da casa vai muito além dos
padrões de 13 em todos os lugares – existe o Sr. Nas expelindo um líquido preto
como petróleo, por exemplo, o que é recebido com explicações e desculpas de
Constance quando Ben menciona. Tentando
saber mais sobre o Sr. Nas, Constance e aquela casa, Ben entra em contato com o
hospital que o enviou ali…
E descobre que a enfermeira antes dele se
matou.
Supostamente.
Em paralelo,
presenciamos uma aula de palhaços que
começa falando sobre como palhaços estão
voltando porque o mundo precisa deles. O retorno dos palhaços, no entanto,
também implica no retorno do Palhaço Twisty, que conhecemos de “Freak Show” e de “Cult”. Ele aparece atrasado
para a aula, porque ele nunca esteve interessado na aula – seu “show” envolve
facas e a fala: “Palhaços. Não. São.
Engraçados”. Ali, Twisty faz o
primeiro massacre de “American Horror Story: 13”, matando um total de 13
pessoas. As notícias se espalham depressa, a simbologia do número é mencionada,
e Ben DeSoto fica sabendo disso através da internet.
No 13º andar
do The Apollyon, Constance se reúne a Adelaide e as duas começam a preparar a
celebração de uma data que consideram mais importante do que o Natal: Rauhnacht,
13 dias desde o nascimento de Jesus. As duas decoram uma Árvore de Rauhnacht
inteiramente preta e macabra, com “enfeites” de caveiras e luzes vermelhas, e a
cena nos traz duas versões de Evan Peters: Kai Anderson, de “Cult”, colocando a estrela virada no
topo da árvore; e Tate Langdon, de “Murder
House”, em sua roupa de couro. Eu gosto da interação entre eles, eu gosto
de ver o conceito se expandindo, eu gosto de todas as possibilidades que essa
junção pode oferecer.
Ainda
curioso!
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