American Horror Story 13x01 – 13

“Well, that is my job. I am the fucking Supreme. Something wicked this way comes”

A famigerada 13ª temporada de “American Horror Story”, que ganhou como subtítulo “13”, é uma grande promessa de Ryan Murphy… com episódios mais curtos do que o normal, para atingir a marca de 13 episódios, esse é um grande crossover entre várias temporadas da série, acredito que em níveis diferentes – teremos temporadas como “Murder House”, “Coven” e “Apocalypse” desempenhando papeis fundamentais na construção da nova trama, mas os atores também reprisarão seus papeis de temporadas como “Hotel”, “Cult”, “1984” e Jessica Lange, retornando à série depois de muito tempo, reprisará a Irmã Jude, de “Asylum”, e Elsa Mars, de “Freak Show”.

Esse primeiro episódio, também intitulado “13”, nos apresenta a Ben DeSoto, interpretado por Joey Pollari – e eu passei o episódio inteiro encantado com o seu porte, sua beleza, sua presença… Ben sofre de triscaidecafobia, que é um “medo” do número 13, e ele está em um relacionamento com Kira, uma garota apaixonada pelo número 13. Quando ele se recusa a ir a uma viagem de aniversário dela em uma sexta-feira 13, eles acabam em uma sessão de terapia de emergência e ela lhe garante: se ele não for nessa viagem, eles terminam. Inicialmente, Kira está indo sem ele e com suas 13 melhores amigas, enquanto ele tem algo parecido com uma crise em casa e acaba resolvendo ir…

Naturalmente, o avião cai.

Felizmente, Ben não morre – eu acho. Em “American Horror Story”, a gente nunca sabe.

Em paralelo, retornamos às personagens mais queridas de uma grande parte do fandom de “American Horror Story”: AS BRUXAS DO COVEN. Cordelia Goode, a Suprema, está treinando Ophelia, uma nova bruxa quando ela fala sobre um prenúncio do fim delas: “Morte. Tantas mortes aterrorizantes e vingativas”. Madison, que solta um “Surprise, bitch” em sua primeira fala, também fala sobre como “ela é sempre tão dramática”. Os trovões e relâmpagos aqui coincidem com a queda do avião de Ben e Kira, bem como com uma sequência aterrorizante que me faz pensar em “Nosferatu” que conta com Constance Langdon e o homem de quem ela está cuidando…

A história leva, eventualmente, Ben até essa casa no 13º andar do The Apollyon para um novo trabalho, aproximadamente um mês depois do acidente de avião. Constance é quem o recebe na casa do cliente que é dono do 13º andar inteiro, e lhe fala sobre o Sr. Nas, um homem de 87 anos – faltam 13 anos para ele completar 100. Como era de se esperar, tudo na casa vem em padrões de 13: círculos no piso, lâmpadas em um lustre, até na arte exposta: A Santa Ceia, de Leonardo da Vinci, com Jesus e seus 12 apóstolos. As amostras de sangue para exames do Sr. Nas são colhidas e armazenadas em 13 ampolas. E tudo isso chama a atenção de Ben e sua triscaidecafobia.

Em conversa com a Constance, ganhamos um pouco mais de informação sobre o acidente de um mês antes, ao qual ele sobreviveu pelo que só pode ser chamado de “milagre”, embora ele não se lembre muito de como sobreviveu – o que ainda me deixa intrigado, especialmente tendo em vista que a casa não é habitada/frequentada realmente por pessoas vivas. De todo modo, a princípio os sobreviventes foram ele, sentado na poltrona 13F, e uma amiga de Kira, sentada na poltrona 13B. Kira e as outras 12 amigas morreram… como Constance ressalta, 13 almas foram levadas naquele dia. Gostei da introdução, gostei da estranheza, gostei do apelo do número 13…

Estou curioso.

 

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