Sítio do Picapau Amarelo (2004) – O Rodeio: Parte 4



“Vai falar a verdade ou quer virar sapo?”
Wilbert Adams e Polidoro precisam se enfrentar em uma corrida com obstáculos se quiserem salvar a Branca Flor das garras da Iara. Depois de tudo que a Iara fez para manter Branca Flor como sua prisioneira, por pura inveja e vaidade, agora ela prendeu a moça em um aquário, e se o Polidoro e a turminha do Sítio não se apressarem em tirá-la de lá, ela vai virar um peixinho. Wilbert Adams está morrendo de medo de competir com o Polidoro, mas ele está se aproveitando do pacto que fez com a Cuca para ganhar algumas vantagens, como super força, que ele só usa, na verdade, para causar confusão antes mesmo da competição… a sua parte do pacto, no entanto, ele parece bem incapaz de cumprir, mas ele prometera à Cuca que ele conseguiria sua varinha de volta – a varinha da Cuca, no entanto, continua muito bem guardada na canastrinha da Emília!
Enquanto isso, Iara e Pesadelo vão até Pérola Ruiva e pedem a sua ajuda para organizar a competição que virá a seguir. Dessa vez, Polidoro aceitou o desafio da Iara desde que eles fossem nos seus termos: primeiro, que fosse realizado na superfície, e não no fundo do riacho, mas depois ele até deu a ideia completa do que queria que a competição fosse – uma corrida de cavalos com obstáculos. Pérola Ruiva acaba ficando com medo do monstro e da sereia, e por isso decide ajudar, mas é bom para ela, no fim das contas, porque a competição vira um espetáculo, com direito a público e à participação de Pedro & Thiago (isso é tão nostálgico!). Conforme vai chegando a hora da competição, Cuca também se fantasia de humana para poder assistir ao seu campeão, e Iara guarda o aquário com a Branca Flor se transformando em sardinha no trailer da Pérola Ruiva.
Polidoro está determinado a salvar a sua amada e a provar que é inocente, e Wilbert Adams só está ali mesmo porque é obrigado… ele chega sob vaias (!), e ele mesmo sabe que não é capaz de vencer do Polidoro, portanto ele faz de tudo para trapacear, sabotando o cavalo do Polidoro, por exemplo… Emília acaba vendo o Juca Branco saindo da baia do cavalo do peão, mas não vê o que ele estava fazendo lá, então ela só coloca os seus besouros para acompanharem a corrida e avisarem caso algo dê errado… e, eventualmente, claro que as coisas dão errado e parece que Polidoro não poderá mais continuar, porque o seu cavalo está machucado. Os besouros contam tudo para Emília e o pessoal, para eles verem como eles podem ajudar, enquanto o Saci impede o Wilbert de continuar, porque ele acaba assustando o cavalo.
Saci e Emília confrontam o Wilbert Adams, dizendo que sabem que ele trapaceou, mas eles não têm prova, e Wilbert, todo vitorioso, diz que “ninguém vai acreditar numa bonequinha cafona e ridícula como ela”. Então, ele sobe no cavalo e continua até GANHAR A COMPETIÇÃO, enquanto o Polidoro chega cabisbaixo e chorando escondido, bem depois, trazendo o cavalo com ele, fora da competição… é um pouco revoltante ver o Wilbert Adams se sentindo o campeão, e Emília lidera o grupo que vai falar com a Pérola Ruiva para contar que WILBERT ADAMS TRAPACEOU, mas é claro que eles negam… Emília, então, parte para a prática, e os ameaça com a varinha da Cuca: “Quero ver não falar a verdade agora. […] Vai falar a verdade ou quer virar sapo?” E, morrendo de medo, o Juca Branco acaba confessando a trapaça… e um pouquinho mais.
“Igual aquela vez que eu coloquei o troféu na bolsa do Polidoro pra que todo mundo pensasse que era ele que tinha roubado”, ele diz, então a vitória do Wilbert Adams é invalidada, além de Polidoro ter sido capaz d finalmente provar sua inocência… Iara tenta impedi-lo de ficar com a Branca Flor, dizendo que “ele mesmo acabou de dizer que a corrida foi anulada”, e então ela propõe ainda mais um desafio, “à altura de suas competências”, e desafio Polidoro e Wilbert a domarem um “cavalo” especial: UM UNICÓRNIO. Polidoro, na hora, topa, e Wilbert tenta fugir, mas Cuca corre atrás dele. Enquanto isso, Polidoro, com uma pequena ajuda/dica de Pedrinho (que ajudou Polidoro a perceber que o unicórnio estava com medo da sombra porque o lugar onde mora não tem sombra), consegue domar o unicórnio e montar nele… então, ele venceu mais um desafio.
Iara, finalmente, desiste. Vai embora, diz que cansou disso tudo, e deixa o Polidoro levar o aquário com a Branca Flor embora, mas quando eles olham para o aquário, percebem que a Branca Flor JÁ VIROU UM PEIXE. Agora, eles precisam encontrar uma maneira de trazê-la de volta ao normal! Quando Polidoro fica sozinho com ela, ele faz uma declaração, conversa com o peixinho e pensa na Branca Flor, antes de dar um beijo no aquário… o que traz a Branca Flor de volta. “Ah, deixa de ser besta, Polidoro, você nunca leu conto de fada, não?” Assim, Polidoro e Branca Flor podem ficar juntos de novo, e Pérola Ruiva sabe que Polidoro é inocente, e está se sentindo culpada por tê-lo expulsado da companhia daquela maneira… então, ela pede desculpas e o convida para voltar para a companhia de rodeio, e ele aceita. Assim, todos vão embora felizes.
Para introduzir a nova história, ainda usando o unicórnio do último desafio da Iara, Zé e Pedrinho percebem que ele desapareceu quando eles vão dar comida para ele. O unicórnio escapou, e já tem gente ambiciosa de olho nele. Pedrinho consegue chegar e salvar o unicórnio bem na hora que o terrível Coronel Timbó Jr. estava pronto para levá-lo embora. Felizmente, Pedrinho consegue levar o unicórnio de volta ao Sítio e Dona Benta e Visconde convencem todos a soltarem o animal, porque o lugar dele não é ali, é no Olimpo com os deuses… então, ele desaparece e vai embora. Enquanto isso, o Coronel Timbó Jr. se instala na casa do Coronel Teodorico (!), e percebemos que ele realmente não presta. Ele tem um sacizinho na garrafa, e ele está ali para comprar umas terras e construir uma estrada… mas não é qualquer terra, mas as terras que pertenceu à Dona Benta!
O Sítio do Picapau Amarelo…


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