CHICO BENTO (2026) #3 – Supercaipira e Galinácea Arisca

Dois heróis da roça!

Publicado originalmente em junho de 2026, “SUPERCAIPIRA E GALINÁCEA ARISCA” é o título da história principal da Edição #3 da 4ª Série do “Chico Bento” pela Panini, e temos um pouquinho do Chico super-herói, e é uma graça! Os amigos estão lendo gibis antigos do “Superomão”, e o Chico acha que isso nem tem nada a ver com eles, até descobrir que o Clark Kent também cresceu em uma fazenda… então, ele começa a ficar empolgado e a se perguntar como seria se ele tivesse superpoderes. E, então, a queda de um meteorito de fato lhe dá superpoderes.

O Chico e a Giselda descobrindo seus novos poderes são uma gracinha! Eles começam a voar, e só descobrem a superforça quando o Chico pede que a Giselda bata nele para “ver se ele não está sonhando”, e isso faz com que ele voe muito, muito longe. Então, como “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, os dois colocam um uniformezinho – destaque para aa cueca por cima da calça do Chico, porque ele acha que tem que ser assim! – para poder salvar as pessoas e animais que precisarem ser salvos em Vila Abobrinha… e, naturalmente, é um caos!

Gosto muito dessa coisa de o Chico e a Giselda, ou Supercaipira i Galinácea Arisca, não saberem bem o que estão fazendo – empurrar um burrico empacado, com a força descomunal que eles têm, pode ser um verdadeiro desastre! A historinha gera bons momentos e é uma delícia de ler, sendo até agora a que eu mais gostei de ler do “Chico Bento” na 4ª Série de sua revista. Gosto, também, de como a história se resolve com os poderes indo embora quando o Superomão aparece sem dizer quem é, e daquela coisa de ele ser um fã dos gibis do “Chico Bento”.

Muito fofo!

A edição ainda nos traz o Chico e o Zé Lelé precisando enfiar as caras nos livros depois de acidentalmente derrubar a Dona Marocas no ribeirão em “OLHA A PROFESSORA”; o Zé Lelé tenta encontrar uma maneira de estudar que não seja deitado na rede, porque deitado na rede ele fica com sono, mas não encontra nenhuma outra alternativa tão segura quanto em “CONCENTRADO NOS ESTUDOS”; e o Chico faz de tudo para conseguir uma goiaba que parece muito apetitosa em “A GOIABA”, embora, no fim, a goiaba acabe ficando para o Zé Lelé e não para ele.

Os dois ainda nos entregam uma boa história em “PRA PESCAR, ÀS VEZES TEM QUE IMPROVISAR!”, com o Zé Lelé tentando pescar de um aquário pra vencer uma competição; a Rosinha tenta ler, mas é interrompida por passarinhos supostamente caindo do ninho em “A LEITURA”, e é uma das minhas histórias favoritas; a Tábata dá trabalho para figuras de nosso folclore em “DEFESA SOBRENATURAL”; e o Chico fica se sentindo a estrela em “COMPORTAMENTO NADA BENTO”, até que o Zé explique: “Ah! Ocê num sabe? Ele ficô ansim desde qui lançaro o firme dele”.

No Cine Abobrinha, “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” em cartaz.

Inclusive, filmaço!

 

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Comentários

  1. Jefferson, você não tá sentindo falta das outras turminhas? (Turma da Tina, Turma do Penadinho, Piteco, Jotalhão e a Turma da Mata)
    Me pergunto se vão ficar restritas as graphic novels pq desde a reformulação dos gibis essas turmas praticamente sumiram (E a turma do Papa-Capim é um caso mais delicado pq envolve povos originários, quadrinistas indígenas poderiam desenhar e roteirizar as histórias do personagem pra MSP)

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    1. Amiga, posso ser bem sincero? Na verdade, eu percebo a ausência deles, mas não chego a dizer que "sinto falta".

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