TURMA DA MÔNICA (2026) #2 – O Melhor Detetive do Limoeiro
Em busca do Ximbuca…
UMA DAS
MELHORES EDIÇÕES DA QUINZENA! Publicada em maio de 2026, “O MELHOR DETETIVE DO LIMOEIRO” é o título da história principal da
Edição #2 da 4ª Série da “Turma da
Mônica” pela Panini, e me lembra muito o estilo da história principal da
revista anterior da “Magali”, quando
Milena ajudou Carminha Frufru a descobrir onde estava o bolo de chocolate do
seu aniversário… aqui, com o sumiço de Ximbuca, o poodle do Xaveco, tanto o Mac
Cebola quanto o Xerloque Cascão entram em uma disputa para ver qual deles é o melhor detetive do bairro.
O humor
funciona à perfeição e a história envolve! Eu gosto particularmente de momentos
como quando o Cascão pisa em pecinhas de montar com as quais o Ximbuca
supostamente estava brincando e reclama: “Ungh!
É isso que dá desenharem a gente sem sapatos”. O visual do Cebolinha e do
Cascão como detetives é muito fofinho, e já foi usado anteriormente em outras
revistas, e a principal graça está nas teorias mirabolantes que eles criam para
explicar coisas como um pouco de pelo
branco no laboratório do Franjinha e muito pouco sobre o sumiço do Ximbuca…
A teoria do
Cebolinha envolve o Abominável Homem das Neves, uma máquina do tempo e um
suposto “dinossaulo” que assustou o Ximbuca e arrebentou a parede do
laboratório do Franjinha; a teoria do Cascão é de que o Ximbuca foi abduzido
por tombanianos, desenvolveu um superintelecto, deixou uma trilha de peças para
o encontrarem quando escapou, e também tem a máquina do tempo e o dinossauro
que arrebentou a parede. Eu amo como o dinossauro vira uma piada recorrente na
história tal qual “o Franjinha só inventa máquinas do tempo” virou uma piada
recorrente das revistas.
No fim, é o
próprio Xaveco quem encontra o Ximbuca…
A edição
ainda nos traz: “EXPERIÊNCIA
INTERNACIONAL”, com a Carminha Frufru se gabando por uma viagem por 10
países, com a Mônica devolvendo o seu “Tomou,
que-ri-da?” dizendo que já esteve em mais de 40 países e em mais de 15
idiomas onde sua revista foi publicada; “A
ROUPA CERTA”, na qual Mônica fica sabendo mais sobre como Dorinha escolhe
suas roupas; “DEIXA QUE EU RESOLVO”,
com o lápis mágico da Marina e um Sansão gigante ajudando a Mônica com os
meninos; “VIGIA DO ALTO”, com o
Anjinho e uma exposição de caricaturas da Mônica…
O Jeremias
protagoniza duas histórias: a primeira delas, “QUAL VAI SER A LEITURA DE HOJE?”, traz o Jerê escolhendo o que ler
e passando por cenários de ficção científica, suspense, fantasia, horror e
drama até chegar aos livros didáticos que
precisa estudar; em “MENINO DE
FERRO”, ele testa uma armadura criada pelo Franjinha. Já o Do Contra
protagoniza “A ELEIÇÃO”, na qual ele
é eleito presidente do clubinho e renuncia, e “COELHADAS CONTRÁRIAS”, que tem piadas metalinguísticas como o
“POF”, “POF” e “POFÃO” ou o “Dá pra
agilizar? Eu tenho compromisso em outro gibi”.
Gostei
demais da edição!
MEU RANKING DAS EDIÇÕES #2:
Tivemos um
grupo de publicações muito boas com as Edições #2 da coleção, mas o meu Nº 1 é
disparado o gibi do “Cebolinha”, que
tem uma história principal fantástica, seguida pela da “Turma da Mônica”, que foi muito gostosa de se ler. Gibis como o do
“Chico Bento”, embora não seja ruim,
funcionam melhor a um público-alvo que eu sei que não sou eu. Quanto a “Milena” e “Mônica”, embora eu tenha gostado mais das suas histórias
principais do que da do “Cascão”,
aparecem em meu ranking abaixo porque
acho a revista do “Cascão” mais coesa
e, no conjunto da obra, mais gostosa de ler.
1. Cebolinha (2026) #2 – INTELIGÊNCIA SUPERFICIAL
2. Turma da Mônica (2026) #2 – O MELHOR
DETETIVE DO LIMOEIRO
3. Cascão (2026) #2 – RECICLASCÃO
4. Milena (2026) #2 – A AMEAÇA DAS TRÊS “TÊS”
5. Mônica (2026) #2 – PANTERELAS VERSUS ABRACADABRO
6. Chico Bento (2026) #2 – CHICOCRAFT: CONFUSÃO ANGELICAL
7. Magali (2026) #2 – OPERAÇÃO PADARIA
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