The Beauty 1x08 – Beautiful Brothers
“Do as you’re told”
Exibido em
25 de fevereiro de 2026, “Beautiful
Brothers” é o oitavo episódio de “The
Beauty” e tem uma das introduções mais divertidas e mais irônicas de toda a
série! Byron Forst, o bilionário por trás da futura comercialização do vírus
que ele chama de “The Beauty”, está preparando tudo para o BEAUTY DAY, o grande
dia do lançamento do produto que o deixará ainda mais rico: a promessa de
correção de toda e qualquer “imperfeição”: o mais próximo de uma fonte da
juventude e da vida eterna que a humanidade já chegou! Nos primeiros minutos de
episódio, Byron/A Corporação está ensaiando o discurso que fará durante o
evento que se aproxima, e tudo é grandioso e exagerado – ou parece ser, mas é
exatamente como funciona nesses eventos!
A sequência
de maior ironia, é claro, fica para o comercial exibido no telão: é um
comercial alegre, de cores abundantes, com música, dança e transformações muito
diferentes das que estamos vendo acontecer de verdade – embora o resultado
realmente seja o prometido, se você ignorar, sei lá, a chance de morrer explodido. É o absurdo que faz com que funcione
tão bem, e eu dei boas risadas nervosas com a conclusão do comercial trazendo
todos os possíveis “efeitos colaterais”, ditos com pressa e continuando por um
tempo bastante longo… sério, COMO NÃO
AMAR?! O episódio ainda nos apresenta a um conceito que será eventualmente
importante quando conhecemos Diana, a responsável por uma divisão que está
prestes a ser fechada por Byron.
Também
conhecemos, enfim, os filhos de Byron Forst – aquela dupla de ideias absurdas e
irreais que acaba sendo internada novamente por causa de drogas… Byron fala
sobre “só querer ter filhos dos quais ele não precisa se envergonhar”. Então,
ele os retira da clínica, dá uma dose de The Beauty para cada um e os apresenta
à esposa em uma cena que esbanja estranheza.
Ao se tornar bonito e saudável, por exemplo, um dos garotos se tornou negro,
com uma explicação fajuta de Byron sobre como “ele é 5% nigeriano e deve ser
por isso”. Confesso que toda a cena tem um clima tão estranho que eu duvidei que fossem mesmo os filhos, mas acabei
percebendo que é a estranheza natural e proposital de “The Beauty”. Ainda não sei que impacto narrativo essa transformação
terá.
Em paralelo,
acompanhamos o grupo de pessoas que estavam presentes na explosão de Harper
Rose em Nova York e que foram colocados em quarentena. Todos já se
transformaram em versões mais bonitas e gostosas deles mesmos, e vivem no meio
da sujeira gosmenta que vem do casulo do qual emergiram, enquanto algum tipo de
“comida” é dada ocasionalmente. A situação é deplorável, a sequência é
desesperadora, e não existe nenhum plano para tirar aquelas pessoas dali… o que
parece algum tipo de “experimento científico” é, apenas, um abatedouro: em
algum momento, um grupo de homens mascarados e portando armas desce do teto,
atira em todo mundo e parte novamente, deixando para trás apenas os corpos de
todas aquelas pessoas bonitas.
É lá que
Cooper e Jordan terminarão… eles tentam se comunicar no furgão no qual estão
sendo carregados usando Código Morse através dos olhos e comentam com Jeremy
sobre o principal efeito colateral do vírus – a explosão aparentemente
inevitável –, e quando parece que o jogo está virando e eles estão assumindo o
controle, os quatro acabam presos
juntos, na quarentena que se tornou o cenário da carnificina recente. Quando
Cooper, o único não infectado, é retirado e levado até Meyer, o seu superior
que “se vendeu”, ele percebe que talvez Meyer esteja armando algo para
salvá-los… quando as pessoas com armas descem do teto novamente e os manda ir
com eles, Cooper faz e orienta os demais a fazerem o que Meyer dissera: obedecer.
Afinal de
contas, não é como se ficar fosse uma
opção muito melhor.
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