American Horror Story 13x09 – The Devil is in the Details
“Why
am I here? Why the fuck did you choose me?”
Exibido
originalmente em 15 de outubro de 2026, “The Devil is in the Details” é
o nono episódio da 13ª temporada de “American Horror Story” e um
episódio que dá passos importantes na narrativa, trazendo uma sequência
interessante entre o Sr. Nas – que agora já sabemos se tratar do próprio Senhor
das Trevas, o Diabo – e Constance Langdon, e todo o processo de investigação e
descoberta de Ben DeSoto sobre a marca 616 em suas costas, que o aproxima de
respostas e do entendimento de seu papel no que quer que esteja por vir… ele
desempenhará o papel que outrora pertencera a Michael Langdon em uma linha do
tempo que vimos em “Apocalypse” e foi impedida por Mallory.
Constance
quer respostas. Sem ninguém por perto para quem eles precisem fingir,
ela manda o Diabo levantar-se da cama e caminhar por conta própria, e o manda
ainda se apresentar em sua versão “jovem e bonita” que “é mais agradável aos
olhos” para que eles possam conversar: ela diz que não fará mais nada do que
ele pede até que tenha algumas explicações… também quer que ele, pela primeira
vez, escute o que ela quer. E ela tem ideias muito claras do que quer,
por exemplo, para os filhos: ela quer colocar Addy responsável pelos correios
por causa da época em que ela colecionava selos (!), e quer deixar o Tate a
cargo da “Fox News”, porque acha que ele se sairia bem…
A dinâmica
de Constance e o Diabo é explorada primeiro através da leitura dele das coisas
que ela fizera – interessante as reações dela, que nos fazem rir do absurdo em
momentos como “Eu amo os gays!” e “Eles estavam com fome!”, mas
eventualmente pesam sobre ela e fazem com que ela se pergunte por que fez
aquilo tudo – e a voz se alterna entre essa versão jovem e sedutora de Nas
e algo muito mais profundo e diabólico. Depois, ele a leva para um “baile”
onde, vestida de vermelho, ela pede para reinar ao seu lado e ele fala sobre a
impossibilidade de um envolvimento… e tal qual Darth Vader dizendo a Luke
Skywalker, ele revela: “You see, Constance? I’m your father”.
Ben,
enquanto isso, tenta respostas para a marca 616 que surgiu em suas costas e da
qual não tinha conhecimento até então… enquanto um tatuador a estuda e fala de
como ela pode ter sido feita, algumas coisas começam a retornar para a mente de
Ben – flashes de uma infância bloqueada em sua mente pelos traumas, flashes que
revelam o que parecem ser rituais satânicos… e, então, a IA com a qual
ele conversa começa a explicar sobre o número 616 e como, em manuscritos
antigos do livro de Apocalipse, esse era o número da besta. Entre
memórias súbitas e dores na marca, ele se lembra aos poucos e começa a ter o
que parece um ataque de pânico…
Ele diz a
Ashley que “acha que foi criado por satanistas”.
Uma das
memórias que reaparecem em flashes para ele fazem com que ele associe um homem
que esteve presente em um ritual na sua infância ao Sr. Nas, e então ele
resolve investigar: ainda que seja sua noite de folga, ele volta à casa
no 13º andar do Apollyon e consegue o nome completo do famigerado Sr. Nas, para
ser estudado por Savant, a IA – TAYLOR DORIUM NAS, que Savant diz que pode ser
um anagrama, e então ele forma a frase IM YOUR LORD SATAN. Juntando isso com a
informação sobre 616 ser “o número da besta em manuscritos antigos do
Apocalipse”, ele entende tudo sobre para quem está trabalhando e quem foi que o
marcou em algum momento…
Eu gosto do
clima, eu gosto do desespero e da incerteza, e então Ben DeSoto – o lindíssimo
Ben DeSoto que me faz suspirar toda vez que ele está em cena, diga-se de
passagem – droga o Sr. Nas para poder tirar uma dúvida, e vê em seu peito
marcas que condizem com uma tatuagem no peito do homem que esteve com ele na
infância… enquanto ele pensa em asfixiá-lo e se pergunta se ele teria mesmo
coragem de fazer isso, a versão jovem do Sr. Nas, que é a mesma da qual Ben se
lembra da infância, aparece à porta, orgulhoso do filho e da demonstração desse
instinto assassino… então, ele o chama para que o siga. Ben está
prestes a entender tudo o que há para ser entendido.
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